- Cultura Artística apresenta 13 shows da Série Petrobras de abril a novembro, reforçando a música brasileira contemporânea.
- A abertura fica a cargo de Luedji Luna, em 23 de abril, com a turnê Um Mar Pra Cada Um, que mistura neo soul, jazz, MPB e hip hop.
- Destaques de datas: Alice Caymmi em 7 de maio; Agnes Nunes e João Camarero em 27 de maio; Zeca Baleiro e Vicente Barreto em 10 de junho.
- Outros nomes: Xênia França em 30 de julho; Dexter em 13 de agosto; Tiganá Santana e Alaíde Costa em 3 de setembro; Assucena em 23 de setembro.
- Encerramento com Majur em 8 de outubro, Chico César em 14 de outubro, Orquestra Mundana Refugi com Fabiana Cozza em 11 de novembro, Anelis Assumpção em 19 de novembro e Tássia Reis em 26 de novembro.
O teatro Cultura Artística, em São Paulo, receberá 13 apresentações da Série Petrobras de abril a novembro, com programação permanente dedicada à música brasileira. A curadoria mistura encontros inéditos, trajetórias consolidadas e projetos recentes, no palco do espaço.
A Série Petrobras reúne projetos pensados para o palco ou em circulação recente, com abordagens diversas da música brasileira contemporânea. O objetivo é ampliar o repertório e valorizar artistas nacionais.
Programação
Luedji Luna abre a série em 23 de abril com a turnê Um Mar Pra Cada Um, Antes Que A Terra Acabe, que funde neo soul, jazz, MPB e hip hop. O show aborda amor e identidade em repertório original.
Alice Caymmi retorna no dia 7 de maio com Caymmi, leitura contemporânea de Dorival Caymmi, com novos arranjos e texturas; não é tributo tradicional, e sim uma releitura atual.
No dia 27 de maio, Agnes Nunes e João Camarero se apresentam juntos. Agnes apresenta o repertório de O amor e suas variáveis, que transita entre MPB e R&B; Camarero traz voz instrumental e colaborações relevantes.
Em 10 de junho, Zeca Baleiro e Vicente Barreto sobem ao palco para apresentar parcerias, incluindo canções produzidas durante a pandemia.
Xênia França, vencedora do Latin Grammys 2023, mostra em 30 de julho um trabalho que une música e identidade por meio da experimentação sonora.
Dexter sobe ao palco em 13 de agosto, em um show que celebra mais de três décadas de rap nacional, com canções de diferentes fases da carreira.
Em setembro, Tiganá Santana e Alaíde Costa reforçam um repertório dedicado a compositoras brasileiras, no dia 3, seguido por India – Tributo à Gal Costa, de Assucena, em 23, revisitando o álbum de 1973 com novas interpretações.
No mês de outubro, a cantora Majur abre o ciclo em 8, com canções do último álbum Gira Mundo, lançado em 2025 pela Universal Music, em ritmo afropop com referências ao candomblé.
Chico César sobe ao palco em 14 de outubro, com sucessos como Mama África e À primeira vista, em turnê que acompanha o disco Aos Vivos, de 2025, celebrando 30 anos.
A reta final traz a Orquestra Mundana Refugi em 11 de novembro, com participação de Fabiana Cozza; o grupo mistura repertórios de diversas culturas com foco em pesquisa vocal tradicional.
Anelis Assumpção encerra em 19 de novembro, apresentando composições autorais que transitam entre reggae, dub e MPB, incluindo material de repertório anterior e de novo disco anunciado em 2026.
Tássia Reis fecha a série em 26 de novembro, com canções que mesclam jazz, samba, rap e black music, destacando singles como No seu Radinho e Perigo.
Diversificação de públicos
Segundo Frederico Lohmann, diretor executivo do Cultura Artística, a casa busca ampliar repertórios e públicos desde a reabertura em 2024. A parceria com a Petrobras é considerada central para esse objetivo.
Ingressos já estão à venda desde 2 de abril pelo site e na bilheteria, com valores de R$ 50 a R$ 150. Há meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda e funcionários da educação.
A bilheteria funciona de terça a sábado, das 12h às 18h, e aos domingos, das 10h às 16h. Nos dias de espetáculo, o atendimento segue até o início da apresentação.
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