- Justiça de São Paulo, pela 29ª Vara Cível, abriu liminar com segredo de justiça relacionada à música “Oi, tudo bem?”, com lançamento previsto para o dia 9 de abril.
- Não há confirmação se haverá proibição de lançamento ou apenas restrições a materiais de divulgação, já que o processo tramita em segredo de justiça.
- Internautas associaram trechos da canção à vida amorosa do banqueiro Daniel Vorcaro, mas a letra não cita nomes; os compositores Bruno César e Dudu Oliveira negam ter se inspirado nele.
- A música integra o projeto audiovisual “Vocês & Deus”, gravado no dia 21 de março no Rio de Janeiro.
- O vazamento de diálogos íntimos de Vorcaro gerou críticas, incluindo do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que chamou a exposição de violação de intimidade e barbárie institucional.
Pela primeira vez, a dupla Zé Neto e Cristiano se manifestou sobre uma liminar da Justiça de São Paulo que envolve a música Oi, tudo bem? prevista para 9 de abril. A decisão, da 29ª Vara Cível, tramita em segredo de justiça, o que impede divulgação de detalhes sobre a possível proibição ou restrições à divulgação do material.
Não há confirmação se a canção terá lançamento impedido ou apenas restrições a videoclipes e peças de divulgação. Nas redes, internautas associaram trechos da música a supostas mensagens vazadas sobre a vida amorosa do banqueiro Daniel Vorcaro, sem que o texto da canção mencione nomes.
Segundo apuração da Itatiaia, a faixa é de Bruno César e Dudu Oliveira, que negam ter se inspirado na vida amorosa do banqueiro. A música integra o projeto audiovisual Vocês & Deus, gravado no Rio de Janeiro em 21 de março.
O que diz a dupla
Na conta oficial, Zé Neto informou que o advogado da dupla apresentou a cópia do processo, mas detalhes não podem ser divulgados por tramitar em segredo de justiça. Ele afirmou que a canção ainda não foi lançada e que o trecho vazado gerou especulação.
O artista comentou que a banda recebeu uma intimação no escritório. Disse ainda que o caso envolve sigilo e que a dupla busca entender o conteúdo da ação, sem liberar informações adicionais.
Vazamento de conversas e reação do Judiciário
Antes do trecho vazado, membros do Poder Judiciário já haviam contestado a divulgação de diálogos íntimos de Vorcaro. A avaliação é de que o conteúdo não aborda supostas irregularidades financeiras do banqueiro.
O ministro Gilmar Mendes criticou o vazamento de mensagens privadas, considerando a exposição inadequada quando não há relação com crimes. Mendes chamou o episódio de violação de privacidade e questionou os limites legais.
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