- O Grupo Triii, formado em dois mil e oito por Fê Stok, Marina Pittier e Estevam Marques (Ed entrou em dois mil e dezasseis), criou a música Viro Vira Virou em 2014, com a gravação viralizada em dois mil e dezessete.
- A canção é uma adaptação de Estevam Marques a partir de uma cantiga tradicional latino-americana, que resgata herança cultural de gerações.
- O trio mistura música brasileira, MPB e universo infantil, influenciado por artistas como Palavra Cantada, Os Saltimbancos e Caetano Veloso.
- O diferencial do hit está na coreografia simples que transforma objetos do cotidiano em temas de brincadeira, fácil de acompanhar em TikTok e Instagram, levando o grupo a um alcance online expressivo.
- Mesmo com o sucesso digital, o Triii segue em atividade, com novidades de música e shows já previstas, mantendo a energia criativa que levou o viral a ocorrer.
Em uma conversa com a revista CRESCER, o Grupo Triii explica como a música Viro Vira Virou ganhou alcance global. A canção nasceu há mais de uma década, com versão original em 2014 e gravação que viralizou em 2017. Antes disso, já havia uma versão simples publicada no YouTube.
A composição é uma adaptação de Estevam Marques, baseada em uma cantiga tradicional latino-americana. O Grupo Triii foi formado em 2008 por Fê Stok, Marina Pittier e Estevam Marques, com a entrada de Ed Encarnação em 2016, mantendo a mistura entre MPB, Brasilidade e música infantil.
Origem da música e formação do grupo
A força de Viro Vira Virou está na simplicidade e no convite à brincadeira. A coreografia transforma pessoas em objetos do cotidiano, como chaleira e caneca, o que facilitou adesão em redes sociais. Fê Stok ressalta que a dança funciona para crianças e adultos.
A música se encaixa bem na linguagem de TikTok e Instagram, com refrão fácil de cantar. Segundo o artista, a brincadeira agrada pela praticidade e pela identificação com o dia a dia, ampliando o público além do nicho infantil.
Expansão nas redes sociais
Mesmo com alcance expressivo, o grupo já percebia força da canção nos shows ao vivo, onde o público cantava e dançava com energia diferenciada. A viralização levou a coreografia a famílias e até a celebridades, impulsionando a popularidade da banda.
Hoje, o movimento segue em crescimento. Fê Stok adianta que o Triii planeja lançamentos, shows e novas músicas, mantendo a energia criativa que transformou uma cantiga tradicional em fenômeno contemporâneo.
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