- Maren Flagg, cantora e empresária de Las Vegas, pediu injunção federal para impedir a venda de itens com o título “The Life of a Showgirl” durante o processo contra Taylor Swift.
- Flagg moveu a ação em 30 de março, alegando que os produtos da Swift causam confusão e prejudicam sua marca registrada “Confessions of a Showgirl”.
- O USPTO havia recusado o registro de “The Life of a Showgirl” por semelhança confusa com a marca de Flagg, mas Swift continuou vendendo mercadorias com o título questionado.
- Segundo Flagg, oito de cada dez buscas no Google com a marca remetem ao título de Swift, e nove resultados no YouTube aparecem antes de qualquer referência a Flagg, configurando reverse confusion.
- Flagg, que atua sob o nome Maren Wade, afirma que não possui portfólio alternativo ou grande operação de marketing, tornando a assimetria relevante para o caso e favorecendo-a.
Maren Flagg, artista de Las Vegas, pediu a um juiz federal a suspensão de comercialização de itens como copos, pincéis e outras mercadorias com o título The Life of a Showgirl durante o andamento do processo contra Taylor Swift. A ação foi ajuizada em 30 de março.
Flagg, que atua sob o nome artístico Maren Wade, acusa Swift de infringir marca ao lançar mercadorias com o título da obra da cantora, sem ajustar o nome após a recusa do USPTO para registrar The Life of a Showgirl. Alega confusão entre as consumidoras.
Na petição, apresentada nesta semana, Flagg afirma que oito entre dez buscas no Google pelo título registrado remetem ao álbum de Swift, e que no YouTube há várias referências à cantora antes de resultados associados a Flagg. O argumento baseia-se em possível confusão reversa.
Flagg sustenta que Confessions of a Showgirl é a única marca defendida por ela há mais de uma década e que não possui portfólio de marcas alternativas ou estrutura de marketing global, o que, segundo a acionada, desequilibra a disputa. O documento é citado pela Rolling Stone.
Flagg, que também atua musicalmente e em projetos de mídia, pediu proteção judicial temporária para evitar deterioração de sua identidade de marca e evitar que o nome de Swift ofusque a origem de sua criação. O caso envolve marcas registradas e questões de concorrência desleal.
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