- Sabrina Carpenter fez show de encerramento no palco principal do Coachella, com referência à Hollywood e participações especiais de Will Ferrell, Sam Elliott, Corey Fogelmanis e a voz de Samuel L. Jackson.
- O setlist incluiu vinte músicas, com estreias ao vivo de “When Did You Get Hot”, “Sugar Talking” e “We Almost Broke Up Again Last Night”, além do bônus limitado “Such a Funny Way”.
- A apresentação seguiu trilha de filmes clássicos, com referências a “Hollywood Swinging” de Kool & the Gang, “Copacabana” de Barry Manilow e uma performance de “Feather” com reverência a temas burlescos.
- Midway, Susan Sarandon fez uma monóloga extensa, de carro no festival, refletindo sobre juventude, coragem e ambição.
- O show contou com cenário inspirado em Sabrinawood, combinando elementos de Los Angeles e do deserto, completando uma experiência de grande produção e imersiva para milhares de fãs.
Sabrina Carpenter encerrou o Coachella com um show de destaque na noite de sexta-feira, no palco principal. O set foi apresentado como uma ode intensa a Hollywood e à Califórnia, com uma estética cinematográfica que guiou toda a apresentação.
A artista abriu com um veículo vintage e abriu espaço para intervenções de convidados especiais. Will Ferrell, Sam Elliott, Corey Fogelmanis e a voz de Samuel L. Jackson apareceram ao vivo, tendo uma participação central durante a faixa Juno. A fala do público ganhou força com o momento.
O show contou com 20 músicas, incluindo estreias ao vivo de When Did You Get Hot, Sugar Talking e We Almost Broke Up Again Last Night, do álbum Man’s Best Friend, além da faixa bônus Such a Funny Way.
Convidados especiais
A apresentação trouxe participações que reforçaram o tema de cinema clássico. Ferrell, Elliott e Fogelmanis subitamente surgiram em momentos-chave, enquanto a voz de Samuel L. Jackson integrou uma fala épica durante a passagem de Juno, mantendo o tom de grande produção.
Cenário e referências
Cenas inspiradas em filmes e em LA marcaram a cenografia, com referências a Hollywood Swinging de Kool & the Gang e Copacabana de Barry Manilow. A performance de Feather teve um cenário burlesco, reforçando a referência cinematográfica do set.
No meio da apresentação, Susan Sarandon retornou ao festival para uma monólogo longo, em tom contemplativo, discutindo juventude, coragem e ambição, temas centrais para Carpenter e sua trajetória.
A produção também priorizou uma experiência audiovisual ampla. A coreografia incluía uma passarela que lembrava a Calçada da Fama, conectando o palco ao público de forma próxima, quase como um set de filmagem ao vivo.
Histórico de turnês e palco
Carpenter tem trajetória marcada por turnês intensas desde Espresso, com a turnê Short n’ Sweet passando por 72 datas ao redor do mundo. Os shows funcionaram como grande produção televisiva em escala de arena, com foco em performance e tecnologia de palco.
Na temporada de premiações, a estrela já havia transformado espaços como o palco do Grammy em SC Airlines, elevando o nível de espetáculo. Em Coachella, o conceito ganhou uma versão própria, ao criar Sabrinawood e um ambiente que mesclou desertos e cidade de Los Angeles.
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