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Celia Cruz deixa sua marca em todas as canções que cantou

Celia Cruz recebe o Early Influence Award da Rock Hall, tornando-se a primeira integrante predominantemente em espanhol a ingressar no Hall da Fama

Celia Cruz, Antilliaanse Feesten, Sportpaleis, Antwerpen- Belgium, Belgium, 13th March 1999. (Photo by Gie Knaeps/Getty Images)
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  • Celia Cruz foi homenageada na classe de 2026 do Rock and Roll Hall of Fame, recebendo o Early Influence Award e tornando-se a primeira inductee predominantemente em espanhol.
  • A influência da artista é reconhecida em novas gerações de artistas latinas, como Karol G e Ivy Queen, e inspirações como Angélique Kidjo, que lançou o álbum Celia reimaginando seus hits.
  • Cruz ficou conhecida além dos estereótipos, com uma carreira que vai de La Sonora Matancera à era Fania, exibindo técnica vocal de alto nível e presença de palco.
  • Sua voz destacou bolero, guaracha, bossa nova e ritmos afro-locais, em canções marcantes como Me Acuerdo De Ti e Químbara.
  • Nos anos noventa, mudou de selos, assinando com a RMM Records e mantendo relevância com sucessos como Que Le Den Candela e Mi Vida Es Un Carnaval.

Celia Cruz foi incluída na classe de 2026 do Rock & Roll Hall of Fame com o Early Influence Award, tornando-se a primeira indicada predominantemente em espanhol. A homenagem celebra seu legado na música latina e sua influência no Rock Hall. A notícia foi anunciada.publicamente pela instituição.

A escolha reconhece a carreira da cantora cubana, que faleceu em 2003 aos 77 anos. Cruz construiu uma trajetória marcante na salsa, além de expandir o repertório de ritmos afro-latinos e boleros, influenciando artistas jovens de várias origens.

A cerimônia de indução e os desdobramentos da premiação ainda não divulgaram datas detalhadas, mas a honra destaca a importância de cruzar fronteiras entre gêneros e culturas na história da música.

Trajetória inicial e parceria com La Sonora Matancera

Cruz começou a carreira após estudar para professora e entrar para La Sonora Matancera em 1950, ao lado de Pedro Knight, seu futuro marido. O primeiro álbum conjunto, Celia & Johnny, consolidou-a como líder da salsa.

Ao longo dos anos 60 e 70, a artista assinou com a Fania, expandindo seu alcance com colaborações que incluíram Willie Colón, Ray Barretto e a formação Fania All-Stars. Nesse período, cruzou fronteiras com apresentações de alto impacto.

Consolidação e fases seguintes

Nos anos 80, Cruz manteve-se no topo ao trabalhar com a Fania e depois com a RMM Records, onde lançou novos projetos e duetos. Em 1998, o álbum Mi Vida Es Cantar trouxe o maior sucesso comercial da sua carreira, Mi Vida Es Un Carnaval.

A obra de Cruz abrange boleros, guaracha, samba, bossa nova e expressões afro-latinas. Sua técnica vocal, disciplina e sensibilidade emocional marcaram gerações e influenciaram nomes como Karol G e Ivy Queen, entre outros.

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