- Joy Division e New Order foram finalmente incluídas no Rock & Roll Hall of Fame, encerrando décadas de rejeições.
- A homenagem ocorreu na classe de 2025, ao lado de Wu-Tang Clan, Oasis, Sade, Iron Maiden, Phil Collins e Billy Idol.
- Joy Division lançou Unknown Pleasures e Closer; o vocalista Ian Curtis morreu em 1980, e os remaining formaram New Order, com hits como Temptation, Blue Monday e True Faith.
- A escolha é lembrada como marco, sugerindo abertura da instituição para o rock pós‑1980.
- O texto também menciona debates sobre outras bandas influentes ainda não reconhecidas e a percepção de resistência histórica da Hall em relação aos anos oitenta e noventa.
Joy Division e New Order foram finalmente admitidas ao Hall da Fama do Rock and Roll, encerrando décadas de recusa. A decisão ocorreu após a recente cerimônia, consolidando a presença de duas bandas históricas na edição deste ano.
As duas bandas de Manchester entraram juntas no Hall, reconhecidas como uma das formações mais inovadoras e influentes das últimas cinco décadas. A inscrição ocorre após anos de objeções históricas ao rock dos anos 80 e 90.
Joy Division nasceu no final dos anos 70, com Unknown Pleasures e Closer, influenciando o som industrial sombrio de Manchester. Ian Curtis faleceu em 1980, levando a cidade a reerguer o projeto como New Order, que encerrou a década com sucesso.
A edição deste ano do Hall traz outros indicados de peso, como Wu-Tang Clan, Oasis, Sade, Iron Maiden, Phil Collins e Billy Idol. A cerimônia também reconheceu artistas de influência histórica em categorias especiais.
Segundo a organização, o objetivo é celebrar impactos duradouros na música. A votação anterior foi amplamente criticada, o que reforça a sensação de que a escolha atual marca uma mudança de rumo.
Entre as inovações, o legado de Joy Division e New Order aparece como parte de uma trajetória que redesenha o panorama do Hall, que há décadas enfrentava resistência a rock dos 80/90. O reconhecimento chega em momento de reaproximação com o público.
Phasedicações sobre o papel do Hall permanecem: o objetivo é manter o debate sobre o legado musical vivo, sem depender de consenso absoluto. A cerimônia e a lista deste ano reforçam esse caráter gerador de discussão.
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