- Exposição Janis Joplin no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, reúne 300 objetos pessoais, inéditos fora de Los Angeles.
- A mostra, com abertura nesta quinta-feira (16) e até 31 de maio, pode ser prorrogada.
- Itens incluem tamborim de seus shows, scrapbook original, conjunto usado na última entrevista televisiva e desenhos da Universidade do Texas.
- Há bilhetes, composições manuscritas e cartas, além de uma sala dedicada à passagem de Joplin pelo Carnaval de 1970 no Brasil.
- O irmão Michael Joplin e a biógrafa Marie Claire destacam a coragem da cantora de ser autêntica, mesmo diante de julgamentos.
O MIS, Museu da Imagem e do Som de São Paulo, inaugura uma exposição inédita com 300 objetos pessoais de Janis Joplin. A mostra revela a cantora como artista que não se calou diante de barreiras, preservando sua autenticidade.
A curadoria fica a cargo de André Sturm. A exposição fica em cartaz até 31 de maio, com possibilidade de prorrogação. O objetivo é apresentar tanto a genialidade musical quanto a posição ousada de Joplin frente a normas.
Itens que contam a história
Entre os materiais, constam o tamborim de palco, o scrapbook original e peças de vestuário usados pela artista. Há também cartas, composições manuscritas e desenhos de sua época de estudo.
Brasil e carreira
Uma sala é dedicada à passagem de Janis pelo Brasil em 1970, durante o Carnaval. Junto a objetos como um colar comprado no Rio, a mostra traz relatos da viagem, da imprensa local e da ditadura militar.
Legado e memória
O irmão Michael Joplin atua como guardião do acervo e reafirma a autenticidade da artista. A família comenta que Janis cantava com o coração, sem artifícios, mantendo a verdade acima da fama.
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