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Exposição no MIS revela sucessos e dores da trajetória de Janis Joplin

Museu da Imagem e do Som inaugura exposição sobre Janis Joplin, com mais de trezentos itens pessoais e acervo nunca antes exibido ao público

Parede da exposição de 'Janis' em cartaz no MIS
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  • O MIS inaugura a exposição “Janis” com mais de 300 itens da cantora Janis Joplin, reunidos a partir de acervo da família e pela primeira vez exibidos publicamente no Brasil.
  • A mostra, curada por André Sturm, é imersiva e organizada em dez ambientes que apresentam a trajetória da artista por meio de objetos, cartas, manuscritos e fotos.
  • O percurso começa com referências da vida anterior à fama, segue pela sala de discos e avança por áreas como estacionamento inspirado no Monterey Pop Festival, acampamento e núcleos emocionais.
  • Destaques incluem uma instalação com nádegas projetadas, ambiente dedicado ao Monterey Pop Festival, sala da liberdade e itens ligados à passagem no Carnaval do Rio de Janeiro em mil novecentos e setenta.
  • A visita costuma durar cerca de quarenta minutos, podendo passar de uma hora com audições e vídeos; o ingresso custa R$ 60,00 a inteira.

O MIS (Museu da Imagem e do Som) inaugura nesta sexta-feira (17) a exposição Janis, dedicada à vida e à obra de Janis Joplin, ícone do rock norte-americano. A mostra reúne mais de 300 itens, incluindo objetos pessoais e manuscritos, em acesso direto ao acervo da família da cantora.

Curada por André Sturm, a exposição é inédita no Brasil e apresenta uma narrativa imersiva em dez ambientes que exploram emoções e sensações ligadas à trajetória de Joplin, desde a formação até o auge da carreira. O percurso integra peças como anéis de formatura, discos originais e roupas.

Abertura e acervo

O projeto parte de um acesso direto ao acervo da família, nunca exibido ao público. Entre os itens estão figurinos, óculos, colares, cartas, fotos e objetos pessoais que ajudam a compreender a trajetória da cantora.

A cenografia, característica das exposições imersivas do MIS, organiza os ambientes por temas, buscando uma experiência sensorial que contextualize a era e a arte de Joplin.

Percurso e ambientes

A mostra começa com uma escada de introdução que relembra referências culturais que moldaram Janis antes da fama, incluindo um anel de formatura e um disco de Lead Belly. Em seguida, o espaço se abre para a chegada ao Monterey Pop Festival.

A primeira área principal reproduz o estacionamento, com uma réplica de ônibus e pinturas criadas pela própria artista. Na sala dos discos, há capas originais e estações de escuta.

O caminho segue para o acampamento, ambiente de transição que convida o visitante a tirar os sapatos. Em seguida, chegam núcleos emocionais que formam a espinha da mostra.

A sala da tristeza traz dor, exclusão e rejeição, com chão de lixa e objetos como um jornal universitário que a chamou de “homem mais feio do campus”. Correspondências de término de noivado de 1965 estão entre os itens.

Na área da alegria, o piso de pelúcia e cores quentes convivem com cartazes de shows e registros da entrada de Janis na banda Big Brother and the Holding Company.

A sala do sexo é uma das mais impactantes visualmente, com trechos de shows, parede de discos e um fio de cabelo da cantora, além de uma instalação de nádegas que projeta imagens psicodélicas.

Identidade e liberdade

Na sala da liberdade, a identidade de Janis é explorada com colares, pulseiras e uma parede de fotos, além de instalações que remetem às bijuterias que ela costumava usar.

O maior ambiente é dedicado ao Monterey Pop Festival, com almofadas para o visitante descansar e projeção dos shows históricos de 1967, incluindo Jimi Hendrix e The Mamas & the Papas.

Ouro do Carnaval e encerramento

A última seção aborda a passagem de Janis pelo Carnaval do Rio de Janeiro em 1970, com um colar adquirido na cidade e um cartaz de Orfeu do Carnaval. A exposição encerra com um corredor dedicado à morte precoce por overdose, exibindo o testamento e o atestado de óbito originais, além de uma perspectiva do legado da cantora.

A visita completa pode durar cerca de 40 minutos, podendo ultrapassar uma hora com audioguias e vídeos.

O MIS fica na Av. Europa, 158, Jardim Europa, zona oeste. A exposição abre a partir de 17/4, de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados até 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h. Ingresso inteiro: R$ 60. Grátis às terças-feiras.

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