- Play Dead, serviço de streaming da Grateful Dead via Nugs, oferece cerca de 300 gravações de shows, com 20 gravações inéditas do acervo.
- a parceria envolve Grateful Dead Productions e Rhino Entertainment, mantendo os lançamentos físicos da banda pela Rhino intactos.
- as faixas chegam em áudio de alta resolução, com resolução mínima de 24 bits e 48 kHz.
- o projeto, iniciado após planos anteriores do Project Bandwagon, foca no controle de qualidade e na curadoria de Lemieux, além de oferecer playlists e interface amigável.
- além de shows completos, o Play Dead também disponibilizará apresentações parciais, com seleção cuidadosa de conteúdo.
O serviço de streaming Play Dead chega ao público com o que a divulgação denomina o maior projeto de transferência de fitas da história do rock. A estreia reúne mais de 300 gravações de shows, incluindo 20 lançamentos inéditos do acervo, disponíveis aos assinantes pela plataforma Nugs.
A iniciativa envolve o Grateful Dead Productions e a Rhino Entertainment, em parceria com a Nugs. Brad Serling, fundador da Nugs, lidera o projeto, que também envolve o arquivista David Lemieux. A proposta é oferecer áudio em alta qualidade para o acervo com curadoria especializada.
A disponibilização não substitui lançamentos físicos da banda pela Rhino, mantendo o catálogo tradicional. A ideia foi retomada após conversas iniciadas em 2000 para um projeto anterior, chamado Project Bandwagon, que não saiu do papel.
Detalhes do projeto e formato
O Play Dead prioriza a qualidade sonora, com masterização cuidadosa de centenas de fitas. A organização destaca a existência de cerca de 2.300 bootlegs únicos, trabalhados para soar melhor que versões remasterizadas de cassetes antigos.
A resolução mínima anunciada é de 24 bits a 48 kHz, superior à de um CD convencional. Além disso, o serviço oferece seleção curada por Lemieux, playlists criadas e uma interface voltada para facilitar a navegação pelo extenso catálogo. Shows parciais também entram na curadoria do que fica disponível.
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