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Anitta comenta racismo religioso e afirma que o ódio impede melhorias

Anitta discute racismo religioso, com EQUILIBRIVUM funcionando como ponte de diálogo e apoio a minorias em meio à polarização e ao extremismo político

Anitta, cantora, em ensaio para seu novo álbum
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  • Cantora Anitta reflete sobre racismo religioso em entrevista sobre o álbum EQUILIBRIVUM, que traz faixas com temática de espiritualidade e religiões de matriz africana.
  • Ela afirma que o disco tem tom mais moderado e destaca a importância de mensagens que aproximem as pessoas, em meio ao debate político atual.
  • Anitta comenta a influência da internet na formação de bolhas de pensamento e alerta para o risco do extremismo, defendendo ouvir o outro.
  • A cantora diz ter lançado o álbum pensando no seu momento e no público, sem direcionar a provocação a uma classe específica.
  • Ela admite não saber se o projeto consegue enfrentar o preconceito religioso no Brasil, mas acredita que pode fortalecer pessoas de religiões atingidas pelo racismo.

Anitta reflete sobre racismo religioso em meio ao lançamento do álbum EQUILIBRIVUM. A cantora falou sobre o tema em coletiva na sexta-feira, 17, destacando que o disco traz referências a espiritualidade e a religiões de matriz africana. O lançamento ocorre em meio ao contexto de Copa do Mundo e de eleições presidenciais.

Segundo a artista, o álbum adota um tom mais moderado sobre a vida, contraponto ao discurso político atual, que ela considera extremista. Ela enfatizou a importância de mensagens que “unam” pessoas e apoiem quem enfrenta dificuldades, afirmando ter lutado para chegar onde está.

Anitta comentou ainda a relação entre música e contexto social, citando a escala 6×1 e a forma como sua obra foi usada pela imprensa e pelo governo para discutir o tema. A cantora criticou a tendência de bolhas de conteúdo na internet, que segundo ela reforçam posições extremas e dificultam o diálogo entre perspectivas diferentes.

Sobre o objetivo do projeto, a artista disse não ter a pretensão de provocar a classe conservadora e ressaltou que o álbum foi pensado para quem a acompanha e para seu momento atual. Ela reconheceu não ter certeza se o trabalho consegue enfrentar o racismo religioso no país, mas afirmou que a produção pode fortalecer comunidades religiosas discriminadas.

A coletiva ocorreu na presença do veículo Terra, que acompanhou as falas da cantora. O novo álbum EQUILIBRIVUM é o oitavo da carreira de Anitta e já apresenta avanço de tema e de sonoridade no repertório da artista.

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