- O Kid Abelha volta em turnê nacional a partir de junho, mas Leoni está fora do grupo.
- Leoni deixou o Kid Abelha em 1986, pouco depois do lançamento do segundo álbum, Educação Sentimental.
- O motivo central foi a deterioração do relacionamento com Paula Toller, com quem Leoni já foi casado.
- Um episódio famoso envolve uma “pandeirada” de Paula Toller após uma discussão durante uma apresentação, que consolidou a saída de Leoni.
- Conforme declarações, a convivência profissional tornou-se insustentável após o fim do casamento e a relação entre os dois ficou muito tensa.
O Kid Abelha volta aos palcos em uma turnê nacional a partir de junho, celebrando o retorno ao vivo. Mesmo assim, Leoni continua ausente das apresentações, como ocorreu em momentos anteriores da história da banda. O motivo envolve uma relação difícil entre ele e Paula Toller, que também faz parte do grupo.
A relação entre Leoni e Paula Toller era marcada por convivência profissional durante a formação do duo. A convivência no grupo começou nos anos 1980, quando o casal prestava contas ao público em meio aos primeiros sucessos.
Em 1986, pouco depois do lançamento do segundo disco, Educação Sentimental, o clima entre os dois se deteriorou. A tensão passou a influenciar a dinâmica de shows e ensaios, tornando a convivência no palco mais desafiadora.
Episódio marcante nos bastidores
Um episódio envolvendo uma discussão nos bastidores e um episódio de agressão simbólica é apontado como marco dessa saída. Segundo relatos, a situação ocorreu durante a turnê de divulgação do segundo álbum, no Rio de Janeiro, e precipitou a decisão de Leoni de deixar o Kid Abelha.
Após a saída, Leoni comentou, em entrevista publicada recentemente, que a separação pessoal entre ele e Paula aprofundou a dificuldade de manter a convivência profissional estável. A influência do término do relacionamento contribuiu para a ruptura da formação original do grupo.
Leoni seguiu carreira com os Heróis da Resistência, caminho indicado como alternativa criativa após deixar o Kid Abelha. O histórico episódio continua sendo citado como referência de tensão entre vida pessoal e trajetória musical no rock brasileiro.
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