- Suraras do Tapajós, primeiro grupo de carimbó formado apenas por mulheres indígenas no Brasil, estreia uma turnê nacional em São Paulo no Dia dos Povos Indígenas, 19 de novembro, na Casa Rockambole.
- O show marca oito anos de trajetória do grupo, que mistura carimbó tradicional com letras que valorizam a natureza, a memória coletiva e o protagonismo feminino indígena.
- O repertório traz canções autorais, além de músicas do álbum “A Força Que Vem das Águas – Kiribasáwa Yúri Yí-Itá”, e referências a mestres do gênero, como Dona Onete; o grupo vem de Alter do Chão, Pará (PA), território Borari.
- Ao longo da turnê, serão doze apresentações até dezembro, em cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus, Salvador e outras, com ações formativas em cada cidade.
- O projeto é patrocinado pela Petrobras, realizado pela Alter do Som, com apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal, via Lei Federal de Incentivo à Cultura; ingressos para São Paulo estão na plataforma Meaple.
As Suraras do Tapajós, primeiro grupo de carimbó formado apenas por mulheres indígenas no Brasil, estreia neste domingo, 19, a turnê nacional Suraras do Tapajós – Mulheres Indígenas, a Voz da Resistência. O show acontece na Casa Rockambole, em São Paulo, no Dia dos Povos Indígenas.
A apresentação marca o início de uma série de 12 shows até dezembro, com roteiro que inclui cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus e João Pessoa. O grupo é originário de Alter do Chão, no Pará, território Borari, região de Santarém.
O objetivo é ressignificar o carimbó ao ampliar o protagonismo feminino indígena, mantendo elementos tradicionais como curimbós, maracas e coro vocal. O repertório mistura canções autorais, clássicos do gênero e referências a mestres como Dona Onete.
Val Munduruku, integrante do grupo, afirma em comunicação enviada à CNN que a arte é luta e celebração. O grupo canta em defesa do rio, da floresta, das mulheres e dos povos indígenas.
Além do show, a turnê promoverá ações formativas em cada cidade, com oficinas de carimbó, rodas de diálogo e uma instalação inspirada na Amazônia. As atividades acompanham a programação musical.
O projeto é viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Petrobras. A Alter do Som, o Ministério da Cultura e o Governo Federal realizam o projetos.
Ingressos para São Paulo podem ser adquiridos pela plataforma Meaple, na página da casa Rockambole.
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