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The Strokes criticam atuação dos EUA em guerras no Irã e Gaza no Coachella

The Strokes criticam a atuação dos EUA nas guerras no Irã e em Gaza durante show no Coachella 2026, com vídeo da CIA no telão

Julian Casablancas se apresentou com os Strokes no Coachella no sábado (18)
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  • The Strokes criticaram a atuação dos Estados Unidos nas guerras no Irã e em Gaza durante o segundo show no Coachella 2026, no sábado (18).
  • No encerramento da apresentação, o grupo exibiu no telão um vídeo sobre a CIA, incluindo fases históricas desde a escravidão até ataques ao Irã.
  • O vídeo também mencionou intervenções na derrubada de governos na América do Sul e responsabilizou o governo americano pela morte de Martin Luther King Jr.
  • Enquanto as imagens apareciam, a banda tocou Oblivius, música ausente desde 2016, cuja letra traz o verso “De que lado você está?”.
  • A crítica ocorre um ano depois de Kneecap protestarem contra Israel no festival; o grupo irlandês foi proibido de entrar na Hungria por antisemitismo, com autoridades citando defesa do Hamas.

A banda The Strokes criticou a participação dos Estados Unidos nas guerras no Irã e em Gaza durante o segundo show no Coachella 2026, realizado no sábado, 18 de abril, no festival na Califórnia. O grupo de Nova York foi uma das principais atrações do dia, cuja cabeça de cartaz foi Justin Bieber.

Ao encerrar a apresentação, os fãs viram um video-montagem exibido no telão cobrindo a atuação da CIA, o serviço de inteligência dos EUA, desde a escravidão até ataques no Irã. A peça também mencionou a derrubada de governos na América do Sul e a morte de Martin Luther King Jr. segundo a montagem.

Enquanto as imagens passaram, The Strokes tocaram Oblivious, faixa que não era apresentada desde 2016, cuja letra contém o questionamento “De que lado você está?”. A performance ocorreu após o grupo ter gerado polêmica prévia em outros festivais, ampliando o debate sobre pautas políticas em atos musicais.

A crítica acontece um ano após o show de Kneecap, banda irlandesa, que protestou contra Israel no mesmo festival. Na ocasião, Kneecap enfrentou restrições de entrada na Hungria por alegações de antisemitismo, gerando confronto entre direitos de expressão e políticas de visto.

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