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10 anos sem Prince: 5 momentos que marcaram a história do cantor

Décimo aniversário da morte de Prince ressalta legado mundial: Oscar por Purple Rain, show no Super Bowl, mudança de nome para símbolo e apresentações históricas no Brasil

Prince durante o seu segundo show no Rock In Rio II, no Brasil, em 1991.
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  • Prince morreu em 21 de abril de 2016, aos 57 anos, vítima de overdose de opioides.
  • Em 1985, recebeu o Oscar de Melhor Canção Original por Purple Rain; a música soma cerca de 1 bilhão de reproduções e ganhou nova visibilidade com Stranger Things.
  • Em 2007, fez o show no intervalo do Super Bowl, incluindo trechos de Queen, Creedence Clearwater Revival e Foo Fighters, encerrando com Purple Rain.
  • No AMA de 1995, recusou-se a cantar We Are The World e ficou chupando um pirulito; o motivo não é confirmado, há hipóteses ligadas à rivalidade com Michael Jackson.
  • Entre 1993 e 2000, mudou o nome para um símbolo impronunciável em protesto contra a gravadora Warner/Chappell; depois retornou a usar o nome de nascimento. Prince também se apresentou no Rock in Rio em 1991, com dois shows no Maracanã.

Prince faleceu em 21 de abril de 2016, aos 57 anos, vítima de overdose de opioides. A morte encerrou uma carreira marcada por inovação e sucesso global, com impacto no Brasil e no exterior. A seguir, cinco momentos que ajudaram a moldar sua trajetória.

Oscar por Purple Rain e renovação da carreira

Em 1985, Prince ganhou o Oscar de Melhor Canção Original pelo filme Purple Rain (1984). A trilha, que permanece entre as mais ouvidas, soma bilhões de streams. O lançamento também alavancou a imagem do artista no cinema e na música.

Show no intervalo do Super Bowl de 2007

Durante o Super Bowl de 2007, Prince conduziu uma apresentação memorável, mesclando trechos de Queen, Creedence e Foo Fighters. A performance terminou com Purple Rain, coroada pela plateia e pela audiência global.

O vai-e-vem com We Are The World

No AMA de 1995, Prince recusou-se a cantar We Are The World, enquanto outros artistas participaram. A imprensa apontou como possível inspiração a rivalidade com Michael Jackson, coautor da canção original.

A mudança de nome para um símbolo

Entre 1993 e 2000, Prince adotou um símbolo impronunciável como forma de protesto contra a gravadora. Após a reestabeleção de direitos, retomou o uso do nome civil. Ele descreveu o ato como resistência à ditadura das grandes gravadoras.

Rock in Rio de 1991

Prince realizou dois shows no Maracanã, no Rio de Janeiro, em janeiro de 1991. A apresentação recebeu público empolgado, marcando uma passagem histórica pelo Brasil, com destaque para os grandes clássicos do artista.

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