- O terceiro episódio de Sonoridade das Palavras com Arrigo Barnabé mostra como parcerias com outros artistas influenciam sua música e dramaturgia.
- As obras deslocam a canção para o território do ritual, da memória e da experiência coletiva, dialogando com a forma da missa, homenagens e mitos.
- Barnabé reafirma a vocação de tensionar estruturas tradicionais, transformando a música em espaço de invenção, escuta e pensamento.
- As referências vocais que o influenciaram aparecem, destacando Janis Joplin, Louis Armstrong e Joe Cocker.
- A programação vai ao ar na Rádio USP: terças-feiras de abril, às 17h, com reprise aos domingos, às 18h; ouça também pelo site do jornal.
Neste terceiro episódio da série Sonoridade das Palavras, Arrigo Barnabé compartilha como troca experiências com outros artistas e como essas parcerias moldam sua música e dramaturgia. A troca ocorre em diferentes projetos, ampliando o recorte performativo do compositor.
Barnabé aproxima a canção de territórios de ritual, memória e experiência coletiva, dialogando com a forma da missa, com homenagens e com mitos. A proposta é tensionar estruturas tradicionais, transformando a música em espaço de invenção, escuta e pensamento.
O texto aborda ainda as influências vocais que moldaram seu timbre. Janis Joplin, Louis Armstrong e Joe Cocker aparecem como referências na construção de seu estilo de canto. A reportagem traz dados de produção e de contexto artístico.
Terças de abril, às 17h, a Rádio USP exibe a reprise aos domingos, às 18h. A apresentação é de Magaly Prado, com captação e edição de Julio Cesar Bazanini. O programa vai ao ar pelas frequências de SP 93,7 MHz e RP 107,9 MHz.
Para ouvir novamente, o conteúdo está disponível no rádio da USP e no acervo do jornal. O episódio integra a série dedicada ao trabalho de Arrigo Barnabé, com foco na construção de narrativas recorrentes ao teatro e à ópera.
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