- Colin Hay, vocalista do Men At Work, fala sobre a relação com os hits e a turnê no Brasil, com shows programados para maio em São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
- A formação atual da banda inclui Rachel Mazer na saxofone, mantendo os demais músicos em base em Los Angeles; Cecilia Hay também canta com ele.
- Hay diz que as músicas ganharam personalidade própria ao vivo e mantêm uma ligação profunda com ele ao longo de décadas.
- O artista comenta que o público brasileiro é musical, com muita energia, e explica como o trabalho solo dialoga com o do Men At Work.
- Sobre novos materiais, ele diz que lançar sob o nome Men At Work é complexo por questões legais, mas trabalha em material solo; recentemente voltou a ouvir o álbum Gaucho, de Steely Dan.
Colin Hay, líder do Men At Work, prepara uma turnê no Brasil para maio, com apresentações em seis cidades: São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro. O grupo deve mostrar o repertório clássico com a formação atual, marcada pela presença de Rachel Mazer ao saxofone, ao lado de músicos baseados em Los Angeles e da atriz e cantora Cecilia, esposa de Hay. A tour ocorre após a passagem anterior pela região, há dois anos.
Hay comentou, em entrevista ao TMDQA!, que a banda mantém a essência de 9 ou 10 anos de atuação juntos, mantendo a estrutura atual e dando espaço para as próprias interpretações dos músicos. Ele ressaltou que as canções ganham personalidade distinta ao vivo, mesmo preservando o reconhecimento do público pelas músicas.
O vocalista também destacou a relação de longo prazo com as canções icônicas do Men At Work, como Overkill e Who Can It Be Now, afirmando que elas convivem com o material em carreira solo. Sobre a continuidade do projeto, Hay disse que a evolução musical está ligada às oportunidades de turnê e a novos lançamentos no futuro.
Men At Work no Brasil
Os ingressos para a temporada brasileira estão disponíveis pela Ticketmaster. Hay ressaltou que, ao vivo, o tempo das músicas pode ganhar velocidade devido à energia do palco, o que influencia o trabalho de estúdio. O público brasileiro foi descrito como muito musical, com momentos de canto coletivo e uma alegria contagiante durante os shows.
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