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Trent Reznor relembra oposição aos eletrônicos no rock e defende Nine Inch Nails

Trent Reznor relembra a rejeição a eletrônicos no rock e defende a estética do Nine Inch Nails, dizendo que tecnologia amplia a sonoridade

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  • Trent Reznor relembra o início do Nine Inch Nails e o preconceito contra o uso de eletrônicos no rock, incluindo a visão de que bateria eletrônica era “trapaça” e que faixas pré-gravadas indicavam falta de habilidade.
  • Ele afirma que o objetivo não era ser autêntico sem eletrônicos, mas gostar do som produzido pela máquina e pela ferramenta sonora.
  • Reznor destaca que a tecnologia sempre foi parte do processo criativo e que instrumentos eletrônicos e tradicionais são ferramentas a serviço da música.
  • O relato reforça a marca do NIN desde os anos noventa: fusão entre rock industrial e experimentação sonora, rompendo barreiras do gênero.
  • A banda planeja dedicar-se a um novo disco em dois mil e vinte e seis.

Trent Reznor, frontman do Nine Inch Nails, relembrou o início da banda e o preconceito contra o uso de elementos eletrônicos no rock. O relato aponta para um código não escrito que definia o que era considerado autêntico no gênero. A fala recente faz parte de uma entrevista divulgada pela imprensa especializada.

O músico afirmou que, na época, baterias eletrônicas eram vistas como trapaça e faixas pré-gravadas eram interpretadas como falta de habilidade. Ele justificou que o uso de uma bateria eletrônica não era fuga de um baterista, mas uma escolha pelo som da máquina e pelo efeito sonoro desejado.

Reznor reforçou que a tecnologia sempre foi parte do processo criativo dele. Para o artista, instrumentos e recursos digitais, quando necessários, funcionam como ferramentas para traduzir a ideia musical para o ouvido do público. A perspectiva reflete a abordagem do Nine Inch Nails, que desde os anos 1990 mescla Rock Industrial e experimentação sonora.

Técnica e filosofia do Nine Inch Nails

O vocalista sinaliza que não há uma oposição rígida entre o orgânico e o eletrônico. Em estúdio, a ideia é levar o som imaginado para a audição, utilizando o que for mais eficaz para atingir a sensação desejada, seja computador, piano ou músicos presentes. A visão ressalta a constante experimentação da banda.

Essa linha de atuação é apresentada como marca do grupo ao longo de décadas, abrindo espaço para fusões que expandiram os limites do rock. A discussão destaca uma orientação estética que valoriza a inovação sem se prender a rótulos tradicionais.

Novo disco em 2026

A reportagem lembra que a banda planeja dedicar-se a um novo disco em 2026. A confirmação reforça a continuidade do projeto e a expectativa de continuidade da exploração sonora iniciada há décadas pelo Nine Inch Nails.

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