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Bieber e Minaj lideram Spotify Global há 9 dias com música de 2012

Faixa de 2012 de Justin Bieber com Nicki Minaj lidera o Spotify global há nove dias, com nove milhões de reproduções diárias

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  • Beauty and a Beat lidera o Spotify global há nove dias, registrando nove milhões de reproduções diárias.
  • Em segundo lugar fica Swim, do BTS, com seis milhões e quatrocentos mil plays diários.
  • A faixa é de 2012, do álbum Believe, quando Justin Bieber tinha dezoito anos; voltou ao topo após o show de Coachella, em abril de 2026.
  • Bieber não recebe royalties pelo streaming dessa música, pois vendeu seu catálogo em 2023; a Hipgnosis Songs Capital passou a deter direitos das músicas lançadas até duzentos e vinte e um.
  • A aquisição, estimada em US$ 200 milhões, faz da Hipgnosis responsável pelos direitos autorais e conexos das músicas de Bieber até 2021.

Justin Bieber e Nicki Minaj lideram, pela nona vez, a playlist global do Spotify com a faixa Beauty and a Beat, lançada em 2012. A reprodução diária fica em torno de 9 milhões, conforme ranking divulgado neste mês. Em segundo lugar, aparece SWIM, do BTS, com cerca de 6,4 milhões de plays diários.

A faixa faz sucesso novamente após apresentações de Bieber no festival Coachella. Durante o show, ele exibiu clipes antigos em telão, incluindo Beauty and a Beat, o que pode ter impulsionado o interesse dos ouvintes. A música integra o álbum Believe.

Beauty and a Beat foi lançada em 2012, quando Bieber tinha 18 anos, e chegou ao quinto lugar da Billboard Hot 100 nos EUA. Globalmente, o tema acumula certificados de platina e diamante, segundo certificações de mercado.

Contexto sobre direitos autorais

Justin Bieber não recebe royalties diretos pelo streaming de Beauty and a Beat. Em 2023, ele vendeu seu catálogo por meio da Hipgnosis Songs Capital, que passou a deter direitos de autor e conexos de canções lançadas até 2021. A empresa lucra com streaming, inclusive da faixa citada, enquanto Bieber mantém direito apenas sobre trabalhos posteriores, como os álbuns SWAG (2025) e SWAG II (2025). A transação, estimada em cerca de US$ 200 milhões, não teve valores oficiais confirmados.

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