- Thomas Bangalter, ex-Daft Punk, lança o álbum solo Mirage – Ballet For 16 Dancers, com lançamento digital em 5 de junho e versões em vinil, CD e fita cassete Revox (edição limitada).
- O disco de eletrônica minimalista foi criado para o balé Mirage, do Grand Théâtre de Genève, em Genebra, e tem colaboração de Damien Jalet (coreografia) e Kōhei Nawa (cenografia).
- A primeira amostra do projeto, Mirage: Part II, foi divulgada nesta sexta-feira.
- Bangalter já havia trabalhado em trilhas sonoras e projetos multidisciplinares desde o fim do Daft Punk em 2021, incluindo parcerias com Jalet e JR.
- O projeto faz parte de uma série de atividades do músico na cena artística, incluindo shows de DJ e colaborações futuras com JR para uma instalação em Paris chamada La Caverne du Pont Neuf.
Thomas Bangalter, ex-Daft Punk, anuncia o álbum Mirage – Ballet For 16 Dancers, projeto solo criado para o balé Mirage do Grand Théâtre de Genève, em Genebra. O lançamento digital ocorre em 5 de junho, com vinil, CD e fita cassete Revox em edição limitada.
A primeira amostra é Mirage: Part II, divulgada nesta sexta-feira. O disco é de eletrônica minimalista e nasce da parceria entre Bangalter, Damien Jalet (coreografia) e o artista Kohei Nawa (cenografia), segundo nota de imprensa. A proposta é retratar estados mutáveis de um balé com 16 bailarinos.
Colaborações e trajetória recente
Desde a separação do Daft Punk em 2021, Bangalter atua em projetos variados, incluindo trilhas para cinema e ópera. Em 2023, compôs a trilha do filme DAAAIÍ, dirigido por Quentin Dupieux, e colaborou com Jalet em Chiroptera, com JR.
Bangalter lançou em 2023 a trilha do balé Mythologies, em parceria com a Orchestre National Bordeaux Aquitaine e com Romain Dumas. Em 2026, o Daft Punk celebrou cinco anos da separação com um vídeo de Human After All. O artista também voltou aos palcos como DJ ao lado de Fred Again.. em shows em Paris e Londres.
La Caverne du Pont Neuf
Segundo a imprensa, Bangalter trabalha com JR em La Caverne du Pont Neuf, instalação que fica em Paris entre 6 e 28 de junho. A obra transforma a Pont Neuf em uma caverna imersiva, concebida como reimaginação da ponte mais antiga da cidade. JR afirma que o projeto busca provocar reflexão sobre espaço público e arte.
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