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Livro afirma que Mick Jagger precisou ser reanimado após uso de droga

Biografia afirma que Mick Jagger precisou ser reanimado após uso de drogas em Nova York nos anos setenta, socorrido no apartamento do produtor Marshall Chess

Mick Jagger participa de show em Liverpool em 2022
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  • A biografia dos Rolling Stones afirma que Mick Jagger precisou ser reanimado após usar drogas em Nova York nos anos 1970, desmaiando no apartamento do produtor Marshall Chess, em Manhattan, em 1976.
  • Segundo o livro, os dois foram até um traficante conhecido pelos usuários e dividiram a droga, momento em que Jagger perdeu a consciência após cerca de dez minutos.
  • Chess relatou ter ficado apavorado, tentado acordar o cantor com tapas e notar que os lábios dele ficavam azuis.
  • O produtor chamou a ambulância e Ahmet Ertegun, executivo da Atlantic Records, chegou ao local acompanhado da atriz Faye Dunaway, que conseguiu um quarto reservado no Lenox Hill para evitar exposição pública.
  • Até a chegada dos paramédicos, Chess fez respiração boca a boca; os profissionais de saúde administraram oxigênio e Jagger voltou a respirar normalmente. Jerry Hall já comentou que ele admitiu o uso de drogas no início do relacionamento, mas conseguiu ficar limpo depois.

Foi apresentada uma biografia dos Rolling Stones que relaciona Mick Jagger a uma tentativa de reanimação após uso de drogas em Nova York nos anos 1970. O autor é Bob Spitz e o livro se chama The Rolling Stones: The Biography, ainda sem edição em português.

Segundo o relato, o episódio ocorreu em 1976, no apartamento do produtor Marshall Chess, em Manhattan. O vocalista teria desmaiado após uma festa, ao acompanhar o empresário até um traficante conhecido da cidade.

Chess afirma que Jagger apareceu de madrugada, após a festa, para buscar substâncias. Os dois teriam consumido droga juntos e, pouco depois, o cantor perdeu a consciência; o produtor tentou reanimá-lo e pediu ajuda médica.

O empresário acionou uma ambulância e contatou Ahmet Ertegun, executivo da Atlantic Records, que chegou ao local acompanhado da atriz Faye Dunaway. Ela, segundo a biografia, ajudou a assegurar um quarto reservado no hospital Lenox Hill para evitar exposição pública.

Até a chegada dos socorristas, Chess realizou respiração boca a boca no cantor. Ao receber atendimento, Jagger recebeu oxigênio e retomou a respiração normalmente, afirma o livro.

Ex-parceira de Jagger, Jerry Hall, já disse em autobiografia que o astro reconheceu o uso de drogas no início do relacionamento, mas que abandonou o hábito mediante um pedido dela, reforçando a importância do apoio para a recuperação.

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