- Marina Sena é reconhecida como popstar com trajetória independente no cenário nacional, indo além do rótulo de namorada de Juliano Floss.
- O namoro com Juliano Floss foi assumido durante uma viagem a Amsterdã.
- Em março de 2025 lançou o álbum Coisas Naturais, que mantém o frescor do início da carreira e mistura pop com influências de reggaeton, samba-reggae, guitarradas e outros estilos.
- Fundou, ao lado de Talita Moraes, a Casa da Música Brasileira – Zuca, em São Paulo, espaço cultural onde há audições, exposições e gravações; foi lá que começou a produção de Coisas Naturais.
- O disco tem produção de Janluska, conta com participações de André Oliva e Matheus Bragança, e inclui colaboração com Anitta em Mandinga, demonstrando a amplitude da atuação de Marina Sena na música brasileira.
Marina Sena, cantora mineira, rompeu com o rótulo de apenas “namorada do participante do Big Brother Brasil” e consolidou-se como artista independente com trajetória reconhecida no cenário nacional. Sua visibilidade ganhou impulso após o final do reality, em que ganhou destaque pela relação com Juliano Floss, mas o foco da imprensa passou a acompanhar sua produção musical.
Nos últimos anos, a artista lotou casas de shows importantes em São Paulo, mantendo atuação relevante na programação de shows, mesmo diante de disputas entre lançamentos e circulação de conteúdo nas plataformas de streaming. O retorno de Marina ao palco ocorre em paralelo a lançamentos de novos trabalhos, com foco em propostas que vão além de aparições mediáticas.
Coisas Naturais e referências
O disco mais recente, Coisas Naturais, chegou ao público em março de 2025. A obra traz influências que vão do pop ao reggaeton, passando por ritmos regionais e experiments com instrumentos e timbres diversos. A produção ficou a cargo de Janluska, com participação de artistas como André Oliva e Matheus Bragança.
A trajetória de Marina Sena inclui passagens por grupos como a Outra Banda da Lua e a Rosa de Néon, que contribuíram para o impulso inicial de sua discografia. O álbum de estreia, De Primeira (2021), destacou a faixa Por Supuesto, que ganhou notoriedade nas redes sociais.
O segundo álbum, Vício Inerente (2023), provocou leitura de quebras de estereótipos e levantou questionamentos sobre a continuidade da carreira. Em resposta, Marina criou a Casa da Música Brasileira – Zuca, espaço cultural em São Paulo que abriga audições, exposições e gravações, incluindo o processo de produção de Coisas Naturais.
O repertório de Coisas Naturais aposta em uma fusão de música eletrônica com elementos de samba-reggae de forma contida e, em várias faixas, mescla sons do Oriente Médio com guitarras que remetem ao Norte do país. Entre os diferenciais, destacam-se faixas que caminham em direção ao pop/rock, sem exigir longas passagens vocais.
A produção também valoriza a voz de Marina Sena, considerada de alcance restrito, mas bem aproveitada em canções que não exigem projeção vocal abundante. O resultado é um conjunto com referências a ritmos regionais, batidas dançantes e experimentações que dialogam com o público contemporâneo.
Perspectivas e parcerias
Entre as apostas do disco estão colaborações que reforçam a relação com a cena pop brasileira, incluindo parcerias com artistas de várias gerações. O trabalho de Marina Sena é marcado pela diversidade de influências, pela experimentação e pela capacidade de manter o interesse do público sem perder a identidade musical. A expectativa é de continuidade na produção de novos lançamentos e apresentações ao vivo.
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