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Mick Jagger sofreu reanimação após experiência com drogas, diz biografia

Biografia afirma que Mick Jagger precisou ser reanimado em Nova York, em 1976, após uso de drogas; episódio ocorreu no apartamento de Marshall Chess

Mick Jagger
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  • Uma nova biografia afirma que Mick Jagger precisou ser reanimado em Nova York, em 1976, após uso de drogas com o produtor Marshall Chess no apartamento dele em Manhattan.
  • O episódio ocorreu após uma festa, quando os dois foram até um traficante conhecido em busca de substâncias.
  • O livro diz que os dois dividiram a droga e, em questão de minutos, Jagger perdeu a consciência; Chess tentou reanimá-lo com tapas e ele apresentava lábios azuis.
  • Chess teria ligado para Ahmet Ertegun, da Atlantic Records, que chegou ao local com a atriz Faye Dunaway; ela informou um amigo ligado a um hospital para reservar um quarto privado.
  • Antes da chegada do socorro, Chess fez respiração boca a boca; o cantor recebeu oxigênio e voltou a respirar normalmente. Jerry Hall já havia comentado que ele deixou as drogas após um pedido seu.

Mick Jagger precisou ser reanimado após uso de substâncias em Nova York, nos anos 1970. A informação aparece em uma biografia ainda sem data de publicação em português, escrita por Bob Spitz sobre os Rolling Stones. O relato aponta um episódio ocorrido em 1976, no apartamento do produtor Marshall Chess, em Manhattan.

Segundo o livro, o cantor desmaiou após sair de uma festa e buscar drogas junto com Chess. Os dois teriam ido a um traficante conhecido entre usuários da cidade, onde compartilharam a substância ilícita. Poucos minutos depois, Jagger perdeu a consciência e recebeu atendimento emergencial.

Marshall Chess descreve que, mesmo tentando reanimar, chegou a temer pela vida do artista até a chegada dos socorros. O produtor acionou o serviço de emergência e também contatou Ahmet Ertegun, executivo da Atlantic Records, que esteve no local acompanhado da atriz Faye Dunaway.

A narrativa afirma que Dunaway conseguiu facilitar uma intervenção médica ao convencer um hospital a reservar um quarto para evitar exposição pública. Até a chegada dos paramédicos, Chess realizou respiração boca a boca e Jagger recebeu oxigênio, voltando a respirar.

Entre testemunhas do passado, Jerry Hall, ex-parceira de Jagger, já havia indicado em entrevista que o músico admitiu o uso de drogas no início do relacionamento, mas que conseguiu abandonar o hábito após um pedido dela.

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