- Orquestra popular Espreme a Pitanga, liderada pela maestrina drag queen Dalila, prepara três espetáculos em maio no Distrito Federal.
- O grupo, criado em dois mil e vinte e cinco, mistura chorinho, frevo e marchinhas e oferece formação com 10 bolsas de ensaio de R$ 80 cada.
- O primeiro show ocorre no dia 9 de maio, às 18h, no Beco Cultural, em Taguatinga, com entrada franca.
- A formação atual reúne 12 instrumentistas fixos, com perspectiva de 30 a 40 músicos por apresentação, em formato de criação colaborativa.
- As apresentações seguintes são 15 de maio no Complexo Cultural de Planaltina, às 19h, e 16 de maio no Infinu (concerto e cortejo).
A Orquestra Espreme a Pitanga, grupo brasiliense formado em 2025, divulgará três espetáculos em maio no Distrito Federal. Liderada pela maestrina Dalila, drag queen, a banda mantém a proposta de unir chorinho a ritmos populares brasileiros. O primeiro show acontece no dia 9, às 18h, no Beco Cultural, em Taguatinga, com entrada gratuita.
A iniciativa busca ampliar o acesso ao choro e promover a participação de grupos minoritários na música. O projeto também trabalha na formação de músicos, oferecendo 10 bolsas de R$ 80 por ensaio aos interessados. O objetivo é ampliar a experiência prática e criar uma base de artistas para futuras apresentações.
O conjunto, que hoje reúne 12 instrumentistas fixos, pretende chegar a 30-40 músicos por apresentação. O diretor artístico Caio Handel aponta que o ensaio funciona como espaço de criação coletiva, com diálogo constante para entregar um produto musical único. A presença de uma maestrina drag queen traz um peso simbólico ao projeto.
Formação e visão
Os integrantes destacam a mistura de chorinho, frevo, marchinhas e outros ritmos como essência do grupo, que começou como bloco carnavalesco. O foco permanece na formação de público para choros e na diversidade de formato e identidade na música instrumental.
Próximos shows e agenda
As apresentações seguintes ocorrem em 15 de maio no Complexo Cultural de Planaltina, às 19h, e em 16 de maio no Infinu, com concerto e cortejo. A programação reforça a ideia de levar música instrumental a diferentes regiões do DF com uma linguagem inclusiva.
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