- Vitor Kley lança o deluxe O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas (2026), com cinco faixas inéditas finalizadas, vindas de sessões de gravação em casa.
- Das trinta e uma músicas consideradas para o álbum As Pequenas Grandes Coisas, ficaram vinte de fora, entre elas inteiras, intro e interlúdios.
- As cinco faixas do deluxe foram gravadas sem estúdio profissional, em um estúdio baixo no quarto, com a banda que o acompanha na estrada.
- A abordagem priorizou tocar de modo humano, com bateria, baixo e guitarra reais, além de vozes gravadas com mais atenção, diferente das pré-produções digitais.
- As canções presentes tratam de temas como saúde mental, resiliência e esperança, encerrando a narrativa da criança interior que acompanha o álbum original.
Vitor Kley lança O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas, deluxe com cinco inéditas gravadas em casa. O projeto chega em abril de 2026, após o álbum original As Pequenas Grandes Coisas ter sido lançado em 2024. O lançamento questiona o que fica nas sessões não escolhidas.
O cantor reuniu a banda que o acompanha na estrada: Léo Beltrão, Guto Vieira e Peter Ferreira, além do engenheiro Victor Amaral. O registro ocorreu em um estúdio caseiro, sem a infrastructure de um estúdio profissional, com gravação ativa e espontânea.
Gravação em casa e humanidade musical
As faixas foram finalizadas como se fossem parte do álbum principal, com foco em timbres de instrumentos reais. Bateria, baixo e guitarra foram gravados ao vivo, com vozes captadas com calma para preservar a expressão humana. A ideia foi evitar pressa e a dependência de ferramentas digitais.
cinco músicas escolhidas entre 20 deixadas de fora
Entre as 20 faixas ausentes, Vitor selecionou cinco para o deluxe: Abalo Psicológico, O Vento, Da Minha Natureza, Desacostumei e Vivão e Vivendo. Cada faixa traz assinatura emocional e uma abordagem que o cantor descreve como uma continuação natural da história do álbum original.
Conteúdo da edição e intenção artística
A edição de luxo funciona como uma despedida do projeto, com a narrativa já presente no álbum original ganhando continuidade na estética de capa e direção criativa de Rafael Correa e Amanda Emerim. A proposta segue o conceito de abertura emocional e passagem para o mundo exterior.
Perspectiva de Vitor
Vitor afirma que a entrega neste formato representa liberdade criativa e colaboração com artistas que acredita. O músico ressalta o valor de tocar com instrumentos reais e de capturar timbres autênticos, em oposição a tendências digitais da indústria.
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