- A turnê Celebrating Life Through Death, que marca a despedida do Sepultura, já dura dois anos e ainda não tem data para terminar.
- Em entrevista ao Metal On Tap (via Blabbermouth), o guitarrista Andreas Kisser disse que não descarta futuros shows ou apresentações pontuais após o término da turnê.
- Ele comparou a situação do Sepultura com bandas como Slayer, Mötley Crüe, Kiss, Scorpions e Ozzy Osbourne, que também anunciaram despedidas e voltaram aos palcos.
- O penúltimo show já foi anunciado para o Rock in Rio, em 5 de setembro, com repertório apenas da era Derrick Green; recentemente foi lançado o EP The Cloud of Unknowing, com o primeiro material de estúdio do baterista Greyson Nekrutman.
- A título pessoal, Kisser disse que continuará fazendo música, explorando novos caminhos e até projetos fora do Sepultura.
O Sepultura pode manter atividades futuras mesmo após a conclusão da turnê de despedida Celebrating Life Through Death. A banda não tem data definida para encerrar, mas o guitarrista e líder Andreas Kisser fala em manter portas abertas para o que vier.
Em entrevista ao Metal On Tap, veiculada pelo Blabbermouth, Kisser afirmou que não descarta encontros ou apresentações pontuais após o fim da turnê. O foco permanece no descanso necessário para reorganizar a direção da banda.
Ele citou exemplos de outras lendas do rock e metal que anunciaram despedidas e depois voltaram a se apresentar, destacando que o Sepultura pode explorar territórios diferentes sem abandonar o legado. O baterista atual é Greyson Nekrutman.
Futuro da banda
O penúltimo show já confirmado é o Rock in Rio, em 5 de setembro, com foco no repertório da era com Derrick Green. O último show ainda não foi anunciado, mas a agenda de shows permanece em aberto.
Além disso, o Sepultura lançou, no dia 24, o EP The Cloud of Unknowing, com o primeiro material de estúdio gravado pelo baterista Greyson Nekrutman. A banda mantém a produção de novas ideias.
Perspectivas de continuidade
Kisser comentou que pretende continuar produzindo música, sem definir o caminho. Há possibilidades de um projeto solo ou colaborações que envolvam outras etapas criativas, incluindo experimentação com artes visuais.
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