- Barão Vermelho se reencontra na Farmasi Arena, no Rio, com a formação original.
- Participação virtual de Cazuza em Todo amor que houver nessa vida foi destaque, acompanhada pela presença de Ney Matogrosso.
- Cenografia utiliza quatro telões dedicados a cada integrante; abertura ocorre com Maior abandonado, em formato de quarteteto.
- O show revisita fases da banda, com Beth balanço, Pense dance e Longe demais de tudo, além de reforços como Fernando Magalhães e outros músicos.
- No bis, Bilhetinho azul em acústico marca retorno à essência; parte do roteiro homenageia Peninha, Ezequiel Neves e José Frejat, entre outros.
O Barão Vermelho realizou um reencontro na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, com a formação original retomando a função de palco. O show contou com a participação virtual de Cazuza em trecho do dueto Todo amor que houver nessa vida, apresentado em telões durante a apresentação. A noite reuniu ainda Ney Matogrosso e diversas homenagens aos integrantes históricos da banda.
A abertura ficou por conta de Frejat, Maurício Barros, Guto Goffi e Dé Palmeira, que integravam o grupo na formação de 1985. Eles iniciaram sozinhos com Maior abandonado, destacando a atmosfera de retorno às origens e o peso histórico do conjunto. Telões individuais reforçaram o papel do quarteto.
No decorrer do show, o repertório privilegiou as etapas marcantes da trajetória do Barão. Entre sucessos, ficaram Beth balanço e Pense dance, além de releituras de momentos da fase pós Cazuza. A banda contou com reforços de Magalhães, Rafael Frejat, Cesinha, Jhusara, Marlon Sette, Diogo Gomes e Zé Carlos Bigorna.
Participação de Ney Matogrosso
Ney Matogrosso abriu espaço para a fase solo de Cazuza, interpretando Blues da piedade, Exagerado, Poema e Jardins da Babilônia. O artista também teve um momento de dificuldade em Ideologia, mas manteve a força de presença ao longo da apresentação.
Homenagens e desdobramentos
O show recordou a memória de amigos de palco e da produção da banda. Fotos foram projetadas durante Meus bons amigos, e Guto Goffi destacou Cazuza, Peninha e Ezequiel Neves em homenagens. Homenagens a Frejat pai também marcaram a sequência.
No bis, o grupo retornou com Bilhetinho azul em versão mais crua e acústica, seguido pela participação de Cazuza na declaração O poeta está vivo. A noite ganhou novo impulso com Por que a gente é assim, encerrando o clima de celebração: estamos por um triz para o dia nascer feliz.
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