Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Clipe de Anitta e Shakira destaca referências indígenas em Choka Choka

Clipe de Anitta e Shakira traz referências indígenas, destacando a relação entre cultura, território e natureza, com participação de comunidades do Alto Xingu

Foto: Instagram/@anitta
0:00
Carregando...
0:00
  • Anitta e Shakira lançaram, na quinta-feira (30), o videoclipe de “Choka Choka”, inspirado em referências indígenas e na relação entre cultura, território e natureza.
  • O clipe, que integra o álbum EQUILIBRIVM de Anitta, reforça a conexão da artista com a ancestralidade e a natureza, buscando valorizar etnias e saberes.
  • A coreografia fica por conta do grupo Corpo Cassi Abranches e a produção é da Ginga Pictures; o clipe traz a luta tradicional huka-huka dos povos do Alto Xingu, executada por membros da tribo Yawalapiti.
  • As imagens foram gravadas no projeto Ibiti, em Minas Gerais, uma iniciativa socioambiental regenerativa com o cenário de uma oca construída por indígenas Yawalapiti.
  • A letra apresenta uma declaração feminina que mistura corpo, voz e espiritualidade, com referências a cabocla no Candomblé como expressão de ancestralidade indígena brasileira.

Anitta e Shakira lançaram nesta quinta-feira o videoclipe da parceria Choka Choka. O lançamento ocorreu de forma simultânea com a divulgação do conteúdo, que valoriza referências aos povos indígenas e a relação entre cultura, território e natureza. O clipe integra o momento do álbum EQUILIBRIVM de Anitta, que segue nessa linha temática.

A produção é assinada pela Ginga Pictures, com coreografia do grupo Corpo Cassi Abranches. As gravações contam com a participação de membros da tribo Yawalapiti, do Alto Xingu, vindos do Mato Grosso, que executam a luta tradicional huka-huka. As imagens alternam entre dia e noite, reforçando o dinamismo visual.

A narrativa do clipe foca na presença feminina e na força ancestral. Mulheres da tribo Marabo Yura aparecem na produção para ao menos uma cena-chave, destacando uma personagem que não se submete a convenções e utiliza sua força física e espiritual. A letra reforça uma afirmação feminina por meio da voz e do corpo.

O conteúdo explica a ligação entre fé, espiritualidade e ancestralidade. A equipe descreve a ideia como uma fusão de dança, energia e prática cultural, apresentada como um campo de energia em fricção. O objetivo é evidenciar a convivência entre homem, natureza e saber tradicional.

As imagens foram gravadas no projeto Ibiti, uma iniciativa socioambiental em Minas Gerais. O cenário inclui uma oca construída por indígenas Yawalapiti, criando um ambiente que remete ao respeito pela cultura ancestral e pela natureza.

Anitta comentou sobre o conceito do clipe e da faixa no contexto do álbum. Ela diz ter querido referências de cabocla com energia forte, buscando uma expressão musical que dialogue com a luta e com a brasilidade. A ideia é ampliar a presença de culturas indígenas nos visuais da parceria.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais