- Anitta e Shakira lançaram, na quinta-feira (30), o videoclipe de “Choka Choka”, inspirado em referências indígenas e na relação entre cultura, território e natureza.
- O clipe, que integra o álbum EQUILIBRIVM de Anitta, reforça a conexão da artista com a ancestralidade e a natureza, buscando valorizar etnias e saberes.
- A coreografia fica por conta do grupo Corpo Cassi Abranches e a produção é da Ginga Pictures; o clipe traz a luta tradicional huka-huka dos povos do Alto Xingu, executada por membros da tribo Yawalapiti.
- As imagens foram gravadas no projeto Ibiti, em Minas Gerais, uma iniciativa socioambiental regenerativa com o cenário de uma oca construída por indígenas Yawalapiti.
- A letra apresenta uma declaração feminina que mistura corpo, voz e espiritualidade, com referências a cabocla no Candomblé como expressão de ancestralidade indígena brasileira.
Anitta e Shakira lançaram nesta quinta-feira o videoclipe da parceria Choka Choka. O lançamento ocorreu de forma simultânea com a divulgação do conteúdo, que valoriza referências aos povos indígenas e a relação entre cultura, território e natureza. O clipe integra o momento do álbum EQUILIBRIVM de Anitta, que segue nessa linha temática.
A produção é assinada pela Ginga Pictures, com coreografia do grupo Corpo Cassi Abranches. As gravações contam com a participação de membros da tribo Yawalapiti, do Alto Xingu, vindos do Mato Grosso, que executam a luta tradicional huka-huka. As imagens alternam entre dia e noite, reforçando o dinamismo visual.
A narrativa do clipe foca na presença feminina e na força ancestral. Mulheres da tribo Marabo Yura aparecem na produção para ao menos uma cena-chave, destacando uma personagem que não se submete a convenções e utiliza sua força física e espiritual. A letra reforça uma afirmação feminina por meio da voz e do corpo.
O conteúdo explica a ligação entre fé, espiritualidade e ancestralidade. A equipe descreve a ideia como uma fusão de dança, energia e prática cultural, apresentada como um campo de energia em fricção. O objetivo é evidenciar a convivência entre homem, natureza e saber tradicional.
As imagens foram gravadas no projeto Ibiti, uma iniciativa socioambiental em Minas Gerais. O cenário inclui uma oca construída por indígenas Yawalapiti, criando um ambiente que remete ao respeito pela cultura ancestral e pela natureza.
Anitta comentou sobre o conceito do clipe e da faixa no contexto do álbum. Ela diz ter querido referências de cabocla com energia forte, buscando uma expressão musical que dialogue com a luta e com a brasilidade. A ideia é ampliar a presença de culturas indígenas nos visuais da parceria.
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