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Melanie C fala sobre mania Spice Girls, impostorismo e encontro com Chili Pepper

Melanie C relembra a Spice Girls, a síndrome do impostor e o encontro com Red Hot Chili Peppers em Los Angeles, destacando impactos da fama nos anos noventa

‘I dance my socks off and I get paid. It’s bloody brilliant’ … Melanie C in New York, 2025.
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  • Mel C fala sobre Sweat, o novo álbum, e relembra ter sido ravera nos anos noventa, indo a clubes como Berwick Manor e Cross e descobrindo o desejo de dançar e se expressar.
  • Contou que, quando os Spice Girls começaram, a agenda ficou lotada e a vida social ficou em segundo plano, com tabloides e paparazzi intensos.
  • Relembrou ter feito tatuagens visíveis e ter gostado delas, destacando a evolução de como a imagem corporal mudou ao longo da carreira.
  • Revelou ter ido a LA, trabalhado com Rick Rubin, ter ouvido Emit Remmus do Red Hot Chili Peppers e ter acabado saindo com Anthony Kiedis em um encontro, sem que fosse um relacionamento completo. Também mencionou um jantar com Madonna ao final da turnê Spiceworld.
  • Refletiu sobre impostor syndrome, afirmando que todos têm, e disse que prefere manter a identidade Sporty Spice como parte de quem é como artista.

Melanie C, ex-Spice Girl, fala sobre o novo álbum Sweat, marcado por batidas clubber. Em entrevista conduzida por Michael Cragg, a artista relembra dias de rave, tatuagens e a trajetória que a levou a revisitar a música eletrônica após anos de pop.

A conversa aborda a época em que a Spice Girls dominou os palcos, a vida sob a mira constante da imprensa e a transição para a carreira solo. Ela comenta como a paixão por house music surgiu durante uma viagem à universidade, entre amigos, na juventude dos anos 90.

Entre lembranças de shows, ficção de fãs e a pressão de manter a privacidade, Melanie detalha o impacto da turnê mundial de 1998, o encontro com Madonna em Los Angeles e a experiência de compor com Rick Rubin. Também comenta a relação com a identidade de Sporty Spice.

Sweat e o retorno à casa das pistas

Segundo a cantora, o novo trabalho mantém o DNA de DJ e vestígios do seu eu adolescente que adorava raves. A entrevista também trata da influência dos anos 90 na construção de sua imagem pública, incluindo as tatuagens visíveis na época.

A artista enfatiza que a vida pessoal foi marcada pela agenda intensa, pouco tempo para socializar e a vigilância constante da imprensa. Ela ressalta a mudança de cenário com o avanço dos fãs no aeroporto e a disseminação de rumores.

Melanie C comenta ainda sua relação com o apelido Sporty Spice e a impostora que, segundo ela, faz parte de todos. Ela reforça que, apesar das pressões, a música e o DJing continuam sendo fontes de alegria e pertencimento.

Observações sobre cultura e referências

Durante o bate-papo, a cantora aborda a ideia de “girl power” e a herança cultural dos Spice Girls. Ela relembra o momento em que descobriu o apelo de cantar em ensaios com o grupo ainda nos EUA, e como isso moldou a percepção pública do conjunto.

A entrevista também traça o contato de Melanie com artistas de peso, como Anthony Kiedis, do Red Hot Chili Peppers, e o papel de Rick Rubin na produção de faixas que marcaram a carreira. O estouro de Wannabe, em 1996, é citado como marco de mudança de vida.

Por fim, Melanie C comenta o equilíbrio entre a carreira multiárea — música, teatro, TV e DJing — e a necessidade de manter a autenticidade. Ela reforça a importância de continuar explorando sonoridades novas sem perder a essência que a levou ao estrelato.

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