- Daniela Mercury citou Edson Gomes durante fala sobre violência doméstica, pedindo que tratasse a esposa com carinho; o cantor cobrou explicações, dizendo que ela não comprovou agressão.
- Edson Gomes, de Cachoeira, nasceu em 3 de julho de 1955 e é considerado uma das principais referências do reggae no Brasil.
- Famoso por músicas que abordam desigualdade, violência e cotidiano, ele ficou conhecido como o “Tim Maia de Cachoeira” pela semelhança na forma de cantar.
- Em 2025, realizou um show histórico no Circo Voador, no Rio de Janeiro, sendo a primeira apresentação no icônico espaço da Lapa.
- Em 2026, estreou no festival Lollapalooza, em São Paulo, mas o show teve público menor por coincidir com a apresentação de Sabrina Carpenter.
O episódio envolve Daniela Mercury e Edson Gomes após uma declaração sobre violência doméstica. A baiana citou o músico para enfatizar que nenhum tipo de agressão contra a mulher é aceitável. Ele pediu explicações, afirmando que a cantora não poderia provar a agressão.
A repercussão ocorreu na terça-feira, 28, e ganhou espaço na imprensa. Edson Gomes, aos 70 anos, foi chamado de referência do reggae no Brasil. A fala gerou contestação e reação nas redes, com questionamentos sobre provas e contexto.
Edson Gomes: quem é
Nascido em Cachoeira, 3 de julho de 1955, o artista é considerado uma das principais vozes do reggae nacional. Suas canções abordam desigualdade, violência, pobreza e cotidiano brasileiro. Conhecido pela identificação com Tim Maia, ganhou o apelido de Tim Maia de Cachoeira.
Entre os maiores hits estão Liberdade, Árvore, Sistema do Vampiro, Malandrinha, Samarina e Camelô. Muitas músicas foram regravadas ao longo dos anos por intérpretes de diferentes estilos.
Cartas recentes: shows e desdobramentos
Em 2025, Edson Gomes apresentou um show histórico no Circo Voador, no Rio de Janeiro, marcando sua estreia no palco da Lapa. O público cantou os clássicos da carreira, que soma mais de quatro décadas.
Em 2026, ele abriu o festival Lollapalooza em São Paulo. O set contou com crítica social, mas o público foi menor, coincidindo com a apresentação de Sabrina Carpenter. A edição teve ajustes de público e agenda.
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