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Diferença de impacto entre shows de Lady Gaga e Shakira em Copacabana

Deezer aponta dinâmicas distintas entre Gaga e Shakira em Copacabana, com Shakira impulsionando consumo e previsão de 800 milhões de reais no Rio

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  • A Deezer registrou crescimento de 203% nos streams de Shakira após o anúncio do show em Copacabana e a cantora chegou ao Top 200 de artistas mais ouvidos no Brasil em fevereiro.
  • Segundo Pedro Kurtz, diretor de operações e conteúdo LATAM da Deezer, as dinâmicas são diferentes: Gaga mobiliza fãs de longa data, enquanto Shakira gera redescoberta e aproveita o momento cultural latino.
  • O público de Shakira é 45% mulheres e 55% homens, com maioria entre 26 e 45 anos; a parceria com Anitta em “Choka Choka” ajudou a ampliar a base.
  • Shakira criou conexão com o público brasileiro por meio de posts em redes sociais, vídeos em português e referências na cultura local, fortalecendo a presença latina no evento.
  • O estudo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Riotur aponta que o show pode movimentar cerca de R$ 800 milhões no Rio de Janeiro, superando quedas de anos anteriores com Madonna e Lady Gaga.

A Deezer, parceira oficial do projeto Todo Mundo no Rio, analisou o impacto dos shows de Lady Gaga e Shakira em Copacabana. Ao anunciar as apresentações, houve aumento relevante no consumo de músicas das duas artistas, com dinâmicas distintas entre as bases de fãs.

Segundo Pedro Kurtz, diretor de operações e conteúdo LATAM da Deezer, a diferença está no perfil de cada fã. Gaga atua com uma base consolidada ao longo de anos, gerando engajamento intenso. Shakira, além dessa base, estimulou uma onda de redescoberta ligada ao momento cultural latino.

Quando o show de Shakira em Copacabana foi anunciado, a Deezer registrou crescimento de 203% nos streams da artista. A cantora latina subiu 47 posições no ranking de artistas mais ouvidos no Brasil, alcançando o Top 200 em fevereiro, mês do anúncio.

A chegada de Choka Choka, parceria com Anitta, ampliou o alcance da base de fãs, que hoje é composta por 45% de mulheres e 55% de homens. O público consumidor está majoritariamente entre 26 e 45 anos.

Para Kurtz, a aposta latino-americana ganha força. O executivo ressalta que o Brasil vive um momento de valorização da identidade latina e que ver Shakira liderando um evento histórico reforça essa tendência, sinalizando o caminho para novas escolhas de lineup.

Estudos oficiais estimam que o show de Shakira pode movimentar cerca de R$ 800 milhões no Rio de Janeiro. O montante supera o desempenho de eventos anteriores com Madonna e Lady Gaga na cidade. A estimativa considera impactos diretos de turismo, entretenimento e comércio.

O ciclo entre público, streaming e palco é estreito: shows impulsionam consumo digital, que por sua vez alimenta a agenda de apresentações ao vivo. A Deezer aponta que o aumento no streaming ocorre tanto para quem já conhece a artista quanto para quem a descobre por recomendações e pela divulgação do evento.

Shakira utilizou ações de comunicação com o público brasileiro, incluindo posts em redes, vídeos em português e referências ao futebol, para aumentar a conexão com a audiência local. A resposta foi favorável, com dados de engajamento e participação vindo de diversas faixas etárias.

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