- Shakira é a atração principal do Todo Mundo no Rio 2026, em Copacabana, com expectativa de público entre 2 milhões e 2,5 milhões e sendo a primeira latina a encabeçar o evento.
- O RBD é apontado como potencial megashow, devido à paixão do público brasileiro; a turnê Soy Rebelde Tour rendeu cerca de R$ 190 milhões em ingressos no Brasil.
- Bad Bunny aparece como outro nome capaz de lotar Copacabana, após shows de sucesso em São Paulo; ainda há debate sobre a necessidade de maior presença do artista no Brasil.
- Anitta é citada como aposta forte, com histórico de grande lotação e experiência internacional, incluindo participação em parceria com Madonna no Todo Mundo no Rio.
- A reportagem também menciona outras artistas latinas em movimento, como TINI e Jennifer Lopez, ressaltando o crescimento do interesse por música em espanhol no Brasil.
Shakira é a atração de 2026 do Todo Mundo no Rio, evento gratuito que já levou Madonna e Lady Gaga a Copacabana. A expectativa de público é entre 2 e 2,5 milhões, tornando-a a primeira latina a encabeçar a aproveitada edição do festival na praia carioca.
O interesse se volta para quais outras potências latinas poderiam lotar a praia. Além de Shakira, nomes ganham força entre fãs e especialistas para um megashow histórico no cartão-postal do Rio de Janeiro.
RBD
O RBD é visto como um dos favoritos para mobilizar multidões no Brasil, mesmo sem nova atividade. A turnê Soy Rebelde Tour rendeu cerca de R$ 190 milhões com shows no Brasil, em 2023, segundo números divulgados. A possibilidade de um reencontro no Todo Mundo no Rio desperta grande expectativa.
Especialistas destacam que o apelo do grupo Varia entre memória afetiva e desejo de ver os artistas no palco. O retorno incluiria Anahí, Dulce María, Maite Perroni, Christopher Uckermann e Christian Chávez, com a eventual participação de Poncho, se houver.
Bad Bunny
Bad Bunny é apontado como potencial loteador de Copacabana, principalmente após shows no Brasil. O astro ganhou destaque mundial com Un Verano Sin Ti e ganhou o Grammy de Álbum do Ano. Dois shows recentes no Allianz Parque, em São Paulo, mostraram força de público no país.
Embora haja controvérsias sobre necessidade de maior presença no Brasil, Analistas apontam que o cantor pode atrair multidões se confirmar presença na edição 2026 do Todo Mundo no Rio.
Anitta
Anitta aparece como forte candidata a ocupar a praia, dada a projeção global da brasileira. Além de já ter dividido o palco com Madonna em edições anteriores, ela tem repertório variado e apelo internacional, o que a coloca como possibilidade de megashow conjunto ou solo.
Comentários de produtores indicam que Anitta combinará apelo nacional e latino, atraindo fãs de diversas nacionalidades para Copacabana.
Astros latinos e demanda
Mesmo com o crescimento da música em espanhol no Brasil, há desafio para atingir o mesmo impacto de outros países latino-americanos. Ainda assim, artistas como TINI e Jennifer Lopez aparecem como possibilidades para eventos de alto impacto.
TINI já tem festival próprio na Argentina com grande porte e ingressos esgotados, o que alimenta a ideia de expansão para outros mercados. Jennifer Lopez retorna ao palco após anos distante do circuito, criando expectativa de público expressivo.
Olho no futuro
Priscilla, do LatinPop, cita Karol G e Rosalía como possibilidades que poderiam movimentar Copacabana, se atraentes para público local e internacional. A combinação de nomes latinos de peso com atração principal brasileira pode ampliar o alcance do festival.
Shakira continua no centro das expectativas, com a constatação de que o Todo Mundo no Rio já consolidou Copacabana como palco de grandes megashows. A edição de 2026 promete manter o formato gratuito e de grande apelo ao público.
Entre na conversa da comunidade