Em Alta NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

A morte de Prince me levou a me mudar para a cidade natal dele

Após a morte de Prince, mulher muda-se para Minneapolis, transforma memória em museu comunitário e redefine sua trajetória artística

Prince … ‘When heard the news, I physically stumbled backwards. The grief was overwhelming and immediate’ Illustration: Martin O'Neill/The Guardian
0:00
Carregando...
0:00
  • A morte de Prince em 2016 levou uma australiana a se mudar para Minneapolis, cidade natal do músico, para seguir o legado dele.
  • Ela criou o People’s Museum for Prince, museu comunitário que registra memórias de pessoas impactadas por Prince.
  • O processo de mudança começou após a perda, passando pela decisão de deixar Nova York e investir na pesquisa sobre Prince, transformando Minneapolis em seu lar.
  • Um relacionamento intenso com um morador de Minneapolis acelerou mudanças pessoais e profissionais, incluindo o filme documental Dearly Beloved.
  • Hoje, aos 55 anos, ela vive entre Austrália e Minneapolis, continua o museu e trabalha em filmes, explorando a conexão entre Prince e sua própria trajetória artística.

A notícia gira em torno de uma artista que transformou a própria vida após a morte de Prince. Em 2016, na França? Não — em Nova York, a entrevistada percebeu que a música do astro era mais que som: era guia para sua expressão. A perda foi devastadora e deu início a uma busca por significado.

Ao longo dos meses seguintes, ela mergulhou na memória do astro e começou a colecionar histórias de fãs. Mudou-se para Minneapolis, cidade onde Prince viveu e criou um espaço de memória coletiva. A decisão não teve plano claro, apenas uma resposta emocional ao legado do músico.

Foi nesse movimento que nasceu o The People’s Museum for Prince, uma instituição comunitária dedicada a registrar impactos de Prince na vida de quem o conheceu. O acervo cresce com relatos, objetos, mensagens e obras feitas por visitantes.

A virada de vida

Em meio ao processo criativo, ela passou a dividir seu tempo entre Nova York, Austrália e Minneapolis. O retorno à cidade que o inspirou coincidiu com o surgimento de projetos audiovisuais, incluindo um documentário sobre a jornada artística.

O relacionamento pessoal também marcou a trajetória. Ao atuar como dona de casa e cuidadora de uma residência na cidade, ela vivenciou mudanças intensas que influenciaram sua visão sobre arte e memória. O affair encerrou-se de modo abrupto.

A relação com o legado

A experiência motivou a produção de filmes e a exploração de novos formatos para manter vivo o legado de Prince. Entre os realizados, destaca-se um documentário curto destinado a festivais de cinema, intitulado Dearly Beloved.

Hoje, aos 55 anos, a artista divide o tempo entre a Austrália e Minneapolis. O museu continua ativo, com exibições, eventos comunitários e novas peças ainda em desenvolvimento.

A história revela como a missão artística ganhou corpo a partir de uma perda pessoal. Ao buscar Prince, a narradora encontrou um retorno à própria expressão criativa e à identidade artística que sempre desejou cultivar.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais