- O stylist brasileiro Dario Mittmann assina o look de encerramento de Shakira no megashow Todo Mundo no Rio, na Praia de Copacabana, diante de cerca de 2 milhões de pessoas.
- A peça fecha o show com uma leitura exclusiva para o Rio, diferente da estética já usada na turnê, que mistura cyberpunk e tribal.
- A cor dominante é azul, uma abordagem não óbvia de brasilidade para o desfile, segundo Mittmann.
- O figurino prioriza equilíbrio entre funcionamento e presença de palco, acompanhando o corpo em movimento da artista.
- Mittmann também cuida dos figurinos do elenco de bailarinos do encerramento, que aparece em tamanho maior no Rio.
Dario Mittmann assina o look de encerramento do megashow de Shakira no Rio de Janeiro. O stylist brasileiro criou o figurino final da colombiana para o projeto Todo Mundo no Rio, em parceria que já se estende à Las Mujeres Ya No Lloran World Tour. A apresentação ocorreu na noite de sábado, 2 de maio, na Praia de Copacabana.
O evento reuniu público estimado em 2 milhões de pessoas. Mittmann, natural de Santa Catarina e radicado em São Paulo, desenvolveu também os figurinos do elenco de bailarinos que acompanhou Shakira no encerramento. A participação faz parte de uma continuidade criativa entre turnês e shows da artista.
O conceito do look para Copacabana buscou exclusividade, além da linha estética já estabelecida para a turnê. A cor dominante foi o azul, escolhida para trazer uma leitura contemporânea da brasilidade, sem recorrer aos tons tradicionais verde e amarelo. O stylist explicou que a peça precisava ser livre, confortável e visualmente marcante, acompanhando o corpo em movimento da artista.
Mittmann descreveu que o fim do show funciona como ápice teatral, com luzes, lasers e um clima cyberpunk. A narrativa da turnê, que coloca Shakira na persona Loba, norteou a construção, mas o look do Rio ganhou identidade própria para a ocasião. A ideia foi alinhar funcionalidade e presença de palco com uma estética impactante.
A relação entre Mittmann e Shakira tem raízes pessoais. O estilista lembra ter sido fã da cantora antes de trabalhar com ela, citando momentos de memória ligados aos clipes e à trajetória da artista. Ele relata que a virada de espectador a criador ocorreu de forma significativa ao planejar o figurino para uma apresentação de grande porte.
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