- Jimmy Eat World é uma banda de rock alternativo de Mesa, no Arizona, formada em 1993 por Jim Adkins, Tom Linton, Rick Burch e Zach Lind.
- O grupo tem dez álbuns; Bleed American, de 2001, foi o marco de sucesso, com o single The Middle chegando ao top cinco da parada norte-americana e hoje acumulando mais de um bilhão de streams.
- Em comemoração aos 25 anos de Bleed American, a banda fará shows neste verão, incluindo apresentações no Reino Unido em Halifax, Cardiff e Gunnersbury Park, Londres.
- Os membros falam da convivência de tantos anos, mantendo o foco na música e evitando se deixar levar pela fama, para continuar fazendo o que gostam.
- O baixista Rick Burch, o baterista Zach Lind e os outros destacam a história de aberturas de oportunidades, como abrir para o Weezer no Reino Unido e participar do programa Saturday Night Live, além de manter a cumplicidade de palco e bastidores.
Jimmy Eat World, banda de rock alternativo de Mesa, no leste de Phoenix, comemorará 25 anos desde Bleed American, álbum que marcou o auge de sua carreira em 2001. A turnê de aniversário inclui apresentações no Reino Unido em agosto, em Halifax, Cardiff e Gunnersbury Park, em Londres. A formação original reúne Jim Adkins, Tom Linton, Rick Burch e Zach Lind, que desde a década de 1990 lançaram 10 discos.
A trajetória da banda começou no fim dos anos 90 e ganhou força com Bleed American, impulsionado pelo single The Middle, hoje com mais de um bilhão de streams. A estreia pública valorizou a região de origem, com a cidade de Mesa servindo de cenário para o amadurecimento dos músicos e para um som que mesclou influências de punk e rock alternativo.
Retrospectiva da banda
Os integrantes destacam a importância da convivência de longa data para a coesão artística. Adkins afirma ter evitado a síndrome de estrela do rock e ressalta que o grupo nunca buscou um papel de protagonista; o foco sempre foi a qualidade musical e a química entre os membros.
Linton relembra a construção da banda a partir de amizades de infância, além de reconhecer o papel do público na continuidade do projeto. Lind comenta a necessidade de espaço pessoal durante as turnês, mantendo o foco no trabalho em estúdio, nos ensaios e na agenda de shows.
O auge e os desdobramentos
Lembrando da fase de crescimento, os músicos relatam a assinatura com a DreamWorks e as oportunidades que vieram, como abrir shows para Weezer no Reino Unido e aparecer no Saturday Night Live. A convivência de anos é apontada como o principal motor para manter a banda unida, com um comportamento pautado pela comunicação indireta e pela compreensão mútua.
Banda reforça que a longevidade decorre da alegria de tocar e do orgulho pelo material criado em conjunto. Mesmo com a repetição de uma faixa icônica, The Middle, o grupo afirma que o repertório continua relevante para as novas gerações de fãs.
Entre na conversa da comunidade