- Gabriel Leone participou do g1 Ouviu nesta segunda-feira, 4, falando sobre a estreia musical com o álbum Minhas Lágrimas, que traz interpretações de clássicos da MPB.
- O disco inclui canções menos conhecidas de artistas como Djavan, Lupicínio Rodrigues, Renato Russo e Caetano Veloso, além da faixa-título Minhas lágrimas.
- O ator afirmou que a música sempre esteve presente na vida dele, mas que só após amadurecimento com a carreira decidiu gravar um projeto próprio.
- Apesar da música, a prioridade continua sendo a atuação, com projetos que já marcaram a carreira, como Verdades Secretas, Velho Chico e Dom, além de mencionar possibilidades internacionais.
- Leone também comentou bastidores de trabalho em Citadel, incluindo o encontro com Stanley Tucci, e afirmou que quer seguir contribuindo para o cinema brasileiro em crescimento.
Gabriel Leone participou do g1 Ouviu nesta segunda-feira, 4, para falar sobre a estreia no universo musical com o álbum Minhas Lágrimas. O projeto reúne releituras de canções de MPB, incluindo Segredo de Djavan, Quem há de dizer de Lupicínio Rodrigues, Vento no litoral de Renato Russo e Minhas lágrimas de Caetano Veloso. A ideia surgiu após amadurecimento pessoal e profissional, sem pressa de turnês ou lançamentos contínuos.
O ator afirma que a música sempre integrou sua vida ao lado da atuação. Ele coleciona discos e diz ter encontrado na estrutura adequada para produzir um trabalho autoral. Ainda segundo o entrevistado, atuar continua sendo a prioridade na carreira, mesmo com a realização do álbum.
Gabriel Leone explicou que a trajetória na atuação recebeu marcos importantes. Destacou Verdades Secretas, Velho Chico e Dom como viradas, além do peso de fazer parte de Senna, projeto que eleclassifica como relevante para a cultura brasileira. Também mencionou a influência de abrir portas com projetos internacionais.
Carreira musical e bastidores
No legado musical, o artista detalhou o que o fez mergulhar no projeto. A ideia foi consolidada ao longo de 2023, com planejamento necessário antes de virar realidade. Leone enfatiza o cuidado com o acabamento e a responsabilidade de não lançar algo sem a devida preparação.
Sobre colaborações, o ator citou bastidores de trabalho com Stanley Tucci na série Citadel. Sem revelar spoilers, ele contou que o personagem é antagonista e que a convivência com Tucci foi proveitosa, apesar de momentos descontraídos entre os sets.
Atuação como eixo central
Além da música, Leone descreveu a atuação como eixo da carreira, com espaço para novas possibilidades. A expectativa é seguir atuando em projetos de maior visibilidade internacional, mantendo o equilíbrio entre cinema, televisão e, eventualmente, novas oportunidades no exterior.
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