- Bruno e Marrone afirmam que regravar sucessos não tira brilho e ajuda a manter as músicas vivas para novas gerações.
- Eles vão gravar o DVD De Volta aos Bares II em maio, em São Paulo, com 20 regravações e faixas inéditas, revisitando as origens da dupla.
- O primeiro De Volta aos Bares foi vencedor do Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja, em 2009.
- A entrevista foi concedida à CNN Brasil.
- O tema das regravações ganhou repercussão após Zezé Di Camargo afirmar que Gusttavo Lima regravou dois sucessos sem autorização.
Bruno e Marrone falam sobre regravações e o papel da dupla no sertanejo. Em entrevista à CNN Brasil, eles defendem que as regravações não tiram o brilho dos intérpretes originais nem atrapalham quem estourou as músicas no passado. O grupo reforça que o repertório continua vivo com novas gerações.
Os cantores lembram que foram referência para artistas recentes e que isso ajuda a manter os clássicos presentes na vida do público. Bruno destaca que a circulação de suas músicas entre novas vozes demonstra a relevância de sua obra ao longo do tempo.
A dupla também confirmou planos para o DVD De Volta aos Bares II, com gravação prevista para maio em São Paulo. O projeto revisita as origens da dupla, que estourou com Dormi na Praça em 2001, e terá 20 regravações, entre elas Bijuteria, Meu Disfarce e Tô Machucado, além de faixas inéditas. A primeira edição do projeto ganhou o Grammy Latino.
De Volta aos Bares II é apresentado como uma retomada da essência simples e verdadeira da dupla, conforme Marrone cogita que o DVD marcou essa trajetória. O lançamento visa resgatar a memória da dupla e celebrar a continuidade de sua história musical.
Repercussões e controvérsias
O tema das regravações ganhou atenção recente após Zezé Di Camargo afirmar que Gusttavo Lima regravou dois de seus sucessos sem autorização. Zezé ressalta que considera a atitude desrespeitosa e relata que pretende veto às futuras regravações sem consentimento.
Segundo Zezé, a gravadora solicitou autorização e ele não liberou as músicas para releitura. O cantor também sinaliza que pretende manter as faixas sob seu controle para futuras releituras com uma abordagem moderna. A declaração gerou debates sobre regras e direitos de autor no sertanejo.
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