- A cantora e compositora EJAE, de 34 anos, relembra os bastidores difíceis do K-pop após anos de treino e rejeições.
- Ela foi aceita por uma grande gravadora sul-coreana aos 11 anos, mas aos 22 foi informada de que já havia passado da idade ideal para debutar, fraseada como “idade de avó”.
- A rejeição afetou a saúde mental da artista, com depressão citada como realidade nesse período.
- Depois, EJAE seguiu caminhos na composição e ganhou reconhecimento ao gravar a música “Golden”, premiada com o Oscar de Melhor Canção Original em março.
- Sobre a premiação, ela relatou ter sentido um momento de flashback de toda a vida ao caminhar pelo corredor.
A EJAE, cantora e compositora de 34 anos, relatou os bastidores difíceis do mundo do K-pop após anos de treino intenso e rejeições. Em entrevista ao The New York Times, ela descreveu como a depressão ganhou espaço depois de ser forçada a abandonar o sonho de virar idol.
A artista ficou sob o escrutínio de um rígido sistema de formação, com aulas diárias de canto, dança, atuação e idiomas, além de avaliações constantes. Aos 11 anos, foi aceita por uma grande gravadora sul-coreana, acreditando ter um futuro garantido.
Aos 22 anos, recebeu a notícia de que já havia excedido a idade considerada ideal para debutar. Segundo ela, essa fase foi descrita como a chamada idade de avó, sinal de que o caminho não seguiria como imaginado.
Trajetória e desfechos
Diante das rejeições, EJAE passou a focar na composição, situação que a levou a novas oportunidades profissionais. O processo é apontado pela artista como um marco em sua carreira, abrindo espaço para novas possibilidades criativas.
O reconhecimento veio com a gravação de Golden, música que rendeu o Oscar de Melhor Canção Original em março deste ano. Ela reforçou a importância do momento durante a passagem pelo corredor do local da premiação.
EJAE expressou, ainda, que a vitória trouxe a sensação de retratar um conjunto de lembranças ao vivo, destacando a intensidade da experiência que culminou na consagração.
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