- Rolling Stones apresentaram, em Nova York, o preview do 25º álbum, Foreign Tongues, com 14 faixas que devem mesclar vários estilos.
- O grupo, atualmente como trio desde a morte do baterista Charlie Watts em 2021, volta a trabalhar com o produtor Andrew Watt (Hackney Diamonds).
- Convidados especiais na divulgação incluem Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith (The Cure) e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers).
- Jagger disse que o álbum abrange rock, baladas, country e música dance, evitando ficar preso a um único estilo.
- A arte de capa é um quadro do artista Nathaniel Mary Quinn; a banda relembrou a saída de Watts e comentou a escolha de Steve Jordan como novo baterista.
O Rolling Stones apresentaram nesta terça-feira, em Nova York, uma prévia do 25º álbum da banda, Foreign Tongues. O evento reuniu imprensa, convidados especiais e fãs para conhecer as novas faixas, com participação de Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood. Conan O’Brien comandou o bate-papo com a banda sobre o lançamento.
A apresentação contou com a presença de Leonardo DiCaprio, Baz Luhrmann e Odessa A’zion na plateia, além de jornalistas. O trio falou sobre a diversidade de estilos que o disco promete explorar, mantendo a essência roqueira da banda com novidades. O tom da ocasião foi de reencontro com o público após o período de pausa criativa.
Foreign Tongues foi produzido por Andrew Watt, que já trabalhou com Hackney Diamonds, último álbum do grupo. O material traz colaborações inéditas, incluindo Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith e Chad Smith, ampliando o conjunto de referências ao longo dos 14 temas.
Os Stones ressaltaram a versatilidade do repertório, que transita entre rock, baladas, country e dance. O grupo explicou que a ideia é não ficar preso a um único estilo, cobrindo uma gama sonora ampla ao longo do projeto.
Sobre o processo de gravação, Jagger afirmou que as sessões tiveram duração de cerca de quatro semanas, o que conferiu uma sensação de urgência e foco. Richards comentou que as ideias surgem naturalmente, sem forçar os arranjos, enquanto Wood comparou a interação entre si a um processo tradicional de tecelagem musical.
A capa do álbum é assinada pelo artista Nathaniel Mary Quinn, que descreveu a arte como uma fusão da imagem da banda. Jagger brincou que o retrato não é gerado por computador, gerando risadas entre a plateia.
O contexto do anúncio também trouxe lembranças sobre a perda de Charlie Watts, falecido em 2021. Wood mencionou a transmissão da função de bateria para Steve Jordan, enquanto Richards reforçou que a banda continua buscando novas vibrações sonoras mesmo após décadas de carreira.
O grupo destacou a disposição de manter o conteúdo fresco e relevante, avaliando que há sempre espaço para inovação criativa. Segundo os membros, o objetivo é manter a energia e o entusiasmo durante o processo de gravação, sem se acomodar no que já foi feito.
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