- A banda Sangue de Bode, de Rio de Janeiro, lança o quarto álbum, intitulado O Funeral de Tudo.
- O trabalho segue na linha do black/death metal, com sonoridade densa, áspera, cru e pouco acessível.
- As letras são confessionais, sobre tragédias e amarguras, conectando-se ao público pela identificação.
- Em entrevista ao TMDQA!, o vocalista e guitarrista Verme afirma que o clima musical não é um culto ao sofrimento, e sim o resultado de experiências macabras vividas na carne.
- Com sete anos de estrada, o grupo é visto como um dos nomes mais celebrados da nova geração underground brasileira.
A banda Sangue de Bode, do Rio de Janeiro, lançou seu quarto álbum, intitulado O Funeral de Tudo. O lançamento consolida o grupo na cena underground de metal extremo após sete anos de trajetória.
O conjunto é formado por integrantes que trabalham com sonoridade negra e deDeath/black metal, marcadamente densa e áspera. O vocalista e guitarrista conhecido como Verme declara que o som não busca agradar universalmente, e que a entrega é voltada a quem se identifica com a atmosfera da obra.
A proposta musical é apresentada como intensa e desafiadora, com composições que privilegiam a expressão de traumas e amarguras. Verme explica que as letras surgem do acúmulo de experiências difíceis vividas no mundo real, sem intenção de retratar sofrimento de forma programática.
Segundo a banda, o objetivo é manter a identidade firme e o tom confessionais como motor criativo. A relação com o público se dá pela identificação profunda, não pela adesão ampla. O projeto segue sem pretensão de seguir modas ou tendências passageiras.
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