- Jung Kook, aos 28 anos, fala sobre o estrelato solo e o crescimento da identidade, dizendo que ainda está se formando.
- Ele destaca o trabalho como compositor em Arirang e revela que criou a música “Hooligan” com boa recepção, mas quer ter mais contribuições no próximo álbum.
- O cantor pretende melhorar o inglês para conversar, utilizar aplicativos como Duolingo e manter a prática constante; a pronúncia ao cantar é elogiada.
- Diz ser uma pessoa despreocupada e aberta, comenta as diferenças de estilo e ritmo entre os membros do BTS e como trabalham juntos.
- Comenta feedback do ARMY sobre o álbum solo (percepção de tom mais ocidental) e afirma que pode explorar mais composições no futuro; lembra que está no BTS desde jovem, com pausa durante a pandemia e serviço militar.
Jung Kook comenta o estrelato solo e a escrita para o BTS, afirmando que ainda está descobrindo sua identidade. O cantor de 28 anos fala sobre o equilíbrio entre carreira solo e o grupo, além de como encara críticas dos fãs.
O artista revela que não se vê como astro pop, mas agradece o reconhecimento. Ele cita a dificuldade de aperfeiçoar o inglês e menciona o aprendizado de diversas plataformas, como Duolingo, para melhorar a comunicação.
Sobre o processo criativo, ele afirma ser aberto e sem estresse no dia a dia, compartilhando opiniões quando necessário. Ele destacou o papel de RM e a diversidade de estilos entre os membros do BTS.
Caminhos criativos e composição
Kook diz ter se envolvido mais como compositor em Arirang do que em seu álbum solo. Ele destacou a música Hooligan como um momento marcante, com fluxo que percebeu ao ouvir a faixa pela primeira vez.
O astro comenta que, apesar de ter contribuições, ainda sente que poderia ter feito mais. Ele lembra que a qualidade da voz evoluiu e que busca aperfeiçoar o timbre ao longo do tempo.
Relação com o ARMY e próximos passos
Sobre críticas de que o álbum seria muito ocidental, ele afirma ter escolhido esse caminho na época para entregar músicas boas rapidamente. Diz que, no futuro, pode explorar novas abordagens conforme houver o que contar.
Kook reforça que as diferenças entre os membros são naturais e que o grupo segue unido, cantando e se apresentando juntos. Ele também observa que continua aprendendo com as experiências de cada um.
Entre na conversa da comunidade