- Diogo Nogueira, 45 anos, foi internado com laringite bacteriana grave e precisou cancelar os shows da turnê Infinito Samba nos próximos dias.
- O diagnóstico foi confirmado pela equipe do cantor em comunicado publicado nas redes sociais nesta segunda-feira (11).
- A médica Dra. Renata Mori explica que a laringite pode evoluir com febre, dor e comprometimento da voz, destacando que o repouso vocal é essencial para profissionais da voz.
- O tratamento pode incluir antibióticos, corticoides, hidratação e afastamento das atividades vocais; em quadros mais graves, a internação é indicativa para monitoramento.
- Fatores do dia a dia, como variações de temperatura, baixa hidratação e uso excessivo da voz, podem agravar o problema; sinais de alerta requerem avaliação imediata.
Diogo Nogueira, 45 anos, interrompe temporariamente a turnê Infinito Samba após ser internado com laringite bacteriana grave. A equipe do cantor confirmou o quadro nas redes sociais nesta segunda-feira (11), informando que os shows seguintes estão cancelados para preservar a recuperação.
O comunicado destaca que o diagnóstico impede o uso da voz e que a decisão foi tomada por orientação médica. Não há previsão de alta nem de retorno aos palcos neste momento, conforme o texto oficial.
Segundo a médica Dra. Renata Mori, a laringe abriga as cordas vocais e pode apresentar diferentes origens. A inflamação pode surgir com rouquidão, dor na garganta e tosse, evoluindo para complicações quando há infecção bacteriana significativa.
Para cantores e profissionais da voz, a inflamação da laringe interfere diretamente na vibração das cordas, afetando qualidade vocal, resistência e fala. O repouso vocal é parte essencial do tratamento, especialmente em agendas de apresentações.
A especialista avisa que insistir na rotina diante de sinais de inflamação pode agravar o quadro. Em profissionais da voz, manter a voz em uso é um fator de piora e extensão do período de recuperação.
Entre os sinais que exigem avaliação imediata estão dificuldade para respirar, piora rápida da rouquidão, febre persistente, dor ao engolir e sensação de fechamento da garganta, segundo a médica. Essas situações podem evoluir rapidamente.
No tratamento, a gravidade determina a abordagem. Em quadros bacterianos, podem ser necessários antibióticos, corticoides e hidratação intensiva, com afastamento das atividades vocais para monitoramento clínico.
Fatores do dia a dia dos artistas também influenciam o quadro, como mudanças bruscas de temperatura, baixa hidratação, uso excessivo da voz, fumo, álcool e noites sem sono. A profissional destaca que hábitos saudáveis ajudam na recuperação, principalmente em períodos de agenda cheia.
Por fim, a médica recomenda atenção a alterações persistentes na voz por mais de duas semanas, que merecem avaliação especializada para evitar complicações maiores.
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