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Primavera Sound 2026: motivos para o festival ficar dois anos fora do Brasil

Primavera Sound retorna a São Paulo em dezembro de 2026 após dois anos fora, com reestruturação operacional, ajustes estratégicos e recuperação do mercado latino-americano

Alfonso Lanza, diretor do Primavera Sound, classificou a decisão como resultado de “muitos meses de trabalho” diante dos “desafios da indústria musical”. (Pridia/Primavera Sound/Instagram)
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  • Primavera Sound volta a São Paulo em 5 e 6 de dezembro de 2026, no Autódromo de Interlagos, encerrando um hiato de dois anos.
  • A operação latino-americana foi cancelada em 2024 e o calendário brasileiro ficou fora em 2025, devido a ajustes estratégicos e dificuldades econômicas.
  • O retorno ocorre após reorganização operacional local e nova articulação com parceiros brasileiros, com revisão de estratégia comercial.
  • O festival já havia realizado edições no Brasil em 2022 e 2023, disputando espaço com Lollapalooza, Rock in Rio e The Town, entre outros.
  • A liderança cita “muitos meses de trabalho” diante dos desafios da indústria musical como motor da decisão de retomada no Brasil.

O Primavera Sound volta a São Paulo em 5 e 6 de dezembro de 2026, no Autódromo de Interlagos, encerrando um hiato de dois anos. A operação latino-americana foi cancelada em 2024 e a marca ficou fora do calendário brasileiro em 2025.

Desde 2022, quando realizou edições no Brasil, o festival enfrentou dificuldades que levaram ao cancelamento dos eventos previstos em São Paulo, Buenos Aires, Montevidéu e Assunção. A organização citou fatores externos que comprometeram a atuação no nível esperado pelo público.

A retomada em 2026 ocorre após reestruturação operacional local, nova articulação com parceiros brasileiros e revisão da estratégia comercial. A direção indicou que a decisão reflete meses de trabalho diante dos desafios da indústria musical.

Contexto da retomada

A operação brasileira, em um segmento premium, competia com Lollapalooza, Rock in Rio e The Town, com altos custos de produção e atratividade de atrações internacionais. A mudança busca equilibrar custos, patrocínios e rentabilidade no mercado nacional.

A empresa não detalhou todos os fatores financeiros, mas destacou que a reorganização regional priorizou mercados considerados mais estratégicos e sustentáveis. A nova fase envolve ajustes na parceria e no modelo de negócios para o evento.

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