- Beto Hortis, sanfoneiro de Camaragibe na Região Metropolitana do Recife, atua internacionalmente e mescla forró com frevo e maracatu.
- Ao longo de quinze anos de carreira solo, lançou quatro CDs e já abriu palcos de cidades como Brasília e Nova Iorque.
- Foi convidado por Elba Ramalho para integrar o projeto Cordas, Gonzaga e Afins, em homenagem aos 35 anos de carreira da artista e ao legado de Luiz Gonzaga.
- Também teve destacada atuação como Diretor Musical, incluindo o festival Janeiro de Grandes Espetáculos em 2017 e o projeto 70 com 7 no Festival de Inverno de Garanhuns.
- Recebeu o Troféu Gonzagão, em 2014, e é cidadão de Carnaíba, terra de Zé Dantas.
Beto Hortis, sanfoneiro de Camaragibe, ganha projeção internacional ao levar a sanfona nordestina aos palcos do mundo. O trabalho combina forró com frevo e maracatu, ampliando a identidade musical da região metropolitana do Recife. A trajetória inclui parcerias com nomes consagrados.
Iniciando aos 12 anos, Beto aprendeu com o avô Seu Vítor e com o Mestre Bibiu, em Camaragibe. Hoje, ele acumula quatro CDs e 15 anos de carreira solo, com concertos que já o levaram de Brasília a Nova York. Agressa a participação na cena nacional.
O reconhecimento veio de ícones da MPB. Compôs e acompanhou obras de Jorge de Altinho, Alcymar Monteiro e Geraldo Azevedo. Um dos marcos foi o convite de Elba Ramalho para o projeto Cordas, Gonzaga e Afins, em homenagem aos 35 anos da artista.
A relação com Dominguinhos também marcou a trajetória de Beto. A relação vai além da amizade e envolve manter viva a essência da sanfona, com ousadia para transitar entre ritmos regionais. Em 2011 lançou Frevo Sanfonado, fundindo forró, frevo e maracatu.
Beto atua como Diretor Musical, ampliando seu alcance nos palcos. Em 2017, dirigiu o projeto Mestres do Mundo no Teatro de Santa Isabel, ao lado de Margareth Menezes. Também comandou a direção musical do 70 com 7 no FIG, celebrando Asa Branca.
Ao longo da carreira, recebeu o Troféu Gonzagão, em Campina Grande, em 2014. Também foi reconhecido como cidadão de Carnaíba, cidade de Zé Dantas, parceiro histórico de Luiz Gonzaga. A atuação permite manter a sanfona conectada ao mundo.
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