- A terceira edição do Festival de Música Negra da Ceilândia promoveu união cultural com participação voluntária de MC Matheuzim e DJ Lucas Beat.
- Melody foi convidada, mas não participou por compromissos profissionais; não houve registro de sua presença nem cachê.
- Os artistas convidados atuaram sem remuneração, para ampliar a visibilidade do festival e apoiar a luta antirracista.
- O evento também teve foco em artistas negros locais, com apresentações de Samba da Guariba, Negro Vatto e Canto das Pretas, além de Makéna e Saphira, oficinas culturais e capoeira.
- A organização afirma que nenhuma atração foi retirada da programação e que o anúncio de Melody não condiz com a realidade difundida.
A 3ª edição do Festival de Música Negra da Ceilândia voltou a ganhar repercussão nas redes sociais após circulação de informações sobre a participação de artistas convidados. A organização afirmou que houve convidados voluntários e que não houve cachê.
Melody foi convidada para o evento, mas não integrou a programação por compromissos profissionais já assumidos. Segundo a produção, a participação da cantora não ocorreu e não há registros de apresentação no palco.
Entre os convidados que atuaram sem remuneração estavam MC Matheuzim, DJ Lucas Beat e DJ Braga, além de outras atrações que aderiram à ideia de valorização da cultura periférica e da luta antirracista.
A programação contou com artistas negros locais, como Samba da Guariba, Negro Vatto e Canto das Pretas, além de shows de Makéna e Saphira. Oficinas culturais, capoeira e expositores também participaram.
A organização enfatizou que nenhuma atração foi retirada do lineup original e que a mensagem do festival permanece: união cultural, inclusão e colaboração entre artistas para fortalecer a cultura negra da região.
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