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Jack Antonoff critica o uso de IA na música

Jack Antonoff critica uso de IA na música, defendendo o ritual artesanal de escrever, gravar e performar contra a otimização tecnológica

Crédito: Reprodução/Instagram
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  • Jack Antonoff criticou o uso de Inteligência Artificial na música, chamando quem a utiliza de “prostitutas sem deus” em mensagem nas redes sociais.
  • O produtor, conhecido por trabalhar com Taylor Swift, Lana Del Rey, Lorde e Charli XCX, disse que a criação musical é um “ritual antigo” que se perde com a pressa e a facilidade das ferramentas digitais.
  • Ele afirma que escrever, gravar e performar são essenciais e que otimizar esse processo seria um erro em relação ao que o movimento musical busca.
  • A publicação inclui a tradução do texto compartilhado por Antonoff no Instagram, com tom contundente contra a artificialização da arte.
  • O post foi compartilhado no dia 13 de maio, conforme registrado pela matéria, e também menciona detalhes sobre a agenda de lançamentos e shows da era “everyone for ten minutes”.

Jack Antonoff, um dos principais produtores da música pop, criticou o uso de Inteligência Artificial na criação musical em suas redes sociais. O relato ocorreu em um post no Instagram, feito em 13 de maio, às 11h PST, com o objetivo de alertar sobre o que ele vê como perda do processo criativo tradicional.

O produtor descreveu a prática de buscar rapidez e facilidade na produção musical como um desvio do que ele considera o cerne da arte. Segundo ele, escrever, gravar e apresentar músicas é um ritual antigo que se perde quando se recorre a ferramentas digitais para otimizar o trabalho.

Antonoff mantém parceria com artistas de peso como Taylor Swift, Lana Del Rey, Lorde e Charli XCX. Em sua visão, o encanto da música reside na sua natureza orgânica, marcada pela aleatoriedade e pela prática de criar de forma menos dependente de tecnologia.

O texto completo circulou após ser compartilhado pelo próprio artista, que também indicou estar envolvido em novos projetos e shows. Sua mensagem reforça a defesa de um processo criativo mais artesanal e menos dependente de IA.

Entre os pontos defendidos, o produtor afirma que muitos que defendem a IA estariam distantes da realidade da criação musical. Ele afirma que talentos verdadeiros seguem dedicados ao que consideram ser a essência do fazer artístico.

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