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Polêmica envolve Beyoncé e filme sobre Jair Bolsonaro

Uso não autorizado de Survivor em teaser de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro, coloca Beyoncé no centro de disputa legal

A cantora Beyoncé (Instagram/Reprodução)
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  • A música Survivor, do Destiny’s Child, foi usada sem autorização na divulgação do primeiro teaser de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro, em dezembro de 2025.
  • Anderson Nick, da BeyGood, afirmou que a faixa foi usada sem consentimento da artista e da gravadora Sony Music Entertainment.
  • A BeyGood informou que tomaria medidas legais para retirar a música do filme o mais rápido possível.
  • O longa, dirigido por Cyrus Nowrasteh e estrelado por Jim Caviezel, voltou a gerar debates após a divulgação de áudios que apontam investimento de 61 milhões de reais de Daniel Vorcaro.
  • A produção continua sob escrutínio sobre financiamento e uso de conteúdo musical sem autorização.

Em meio aos debates sobre o filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, surgiu um novo capítulo envolvendo Beyoncé. Na divulgação do primeiro teaser, em dezembro de 2025, a música Survivor, da Destiny’s Child, foi usada sem autorização.

Anderson Nick, coordenador de projetos nacionais para a BeyGood, afirmou que a faixa foi veiculada sem o consentimento da artista ou da gravadora Sony Music Entertainment, responsável pelos direitos autorais. A BeyGood informou, na mesma época, que adotaria medidas legais para retirar a música do filme o quanto antes.

A produção, dirigida por Cyrus Nowrasteh e com Jim Caviezel no elenco, voltou a ser tema de debate após a divulgação de áudios que teriam evidenciado um investimento de 61 milhões de reais por Daniel Vorcaro no projeto.

Uso não autorizado de música

Segundo a BeyGood, a decisão de inclusão da faixa não foi autorizada, o que pode implicar em ações legais para a remoção da canção e possíveis compensações. A Sony Music Entertainment também não autorizou a utilização da obra.

Investimento e contornos do financiamento

Os áudios divulgados apontam para o aporte de 61 milhões de reais no longa, o que reacende discussões sobre origem de recursos e viabilidade da cinebiografia. Ainda não houve conclusão sobre impactos regulatórios ou operacionais do filme.

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