- Steve Lamos, baterista e trompetista do American Football, concede entrevista ao TMDQA sobre a trajetória da banda e o LP quatro.
- A banda nasceu como projeto universitário de três amigos em Urbana, Illinois, e cresceu de um grupo que fez apenas uma dezena de shows antes de se separar para um fenômeno global.
- O LP4 chega em tom de amadurecimento, deixando os gramados de verão para trás e explorando um som mais sombrio, com produção de Sonny DiPierri.
- A sonoridade mistura minimalismo à la Steve Reich, shoegaze e pós-punk oitenteiro, com referências ao The Cure.
- O grupo mantém o espírito de renovar-se, com colaborações que vão de Brendan Yates (Turnstile) a Wisp, evitando tornar-se apenas museu de si mesmo.
Steve Lamos, baterista e trompetista do American Football, falou ao TMDQA sobre a evolução da banda e o seu álbum LP4. O grupo, originário de Urbana, Illinois, ganhou novo impulso em 2026, décadas após seu nascimento como projeto universitário.
O LP4 substitui o tema da juventude pelo do pós, com uma sonoridade que envolve minimalismo, shoegaze e pós-punk dos anos 80. A produção fica a cargo de Sonny DiPierri, conhecido por trabalhos com My Bloody Valentine e Nine Inch Nails.
As composições trazem trompetes que soam etéreos e guitarras amplas, criando uma atmosfera que transita entre nostalgia e inquietação. O disco envolve colaborações que vão de Brendan Yates a Wisp, ampliando vozes ao redor da banda.
A atuação do American Football, que já foi visto como um projeto de poucos shows, é apresentada como uma trajetória de longo fôlego. A banda busca evitar ser tratada como museu, apresentando uma discussão sobre envelhecimento e inquietação criativa.
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