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Final da Eurovision: sexo, violinos e sete outros pontos a observar

Eurovision final em Viena coloca Finlândia e Austrália entre favoritas, com performances ousadas, controvérsias e debate sobre o vencedor

Jonas Lovv will represent Norway at the contest with his song Ya Ya Ya
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  • A final do Eurovision é em Viena neste sábado, com transmissão na BBC One e BBC iPlayer a partir das 20h, horário de verão britânico.
  • Finlândia aparece entre as favoritas com Liekenheiten, duo formado por Pete Parkonnen e a violinista Linda Lampenius, incluindo o desafio de Linda correr pela passarela com um violino antigo de alto valor.
  • Austrália aposta alto em Delta Goodrem com Eclipse, esperada como candidata ao título após a passagem da semifinal, com odds que a colocam entre as primeiras colocadas.
  • Moldova volta ao concurso após dois anos de ausência; Satoshi usa treino de pular corda para manter a energia antes de Viva, Moldova!, música que exalta o orgulho nacional.
  • Israel enfrenta protestos e há cinco países anunciando boicote; Noam Bettan apresenta Michelle, enquanto a organização acompanha os desdobramentos para a final.

O Eurovision Song Contest chega à grande final neste sábado em Viena, com Finlândia, Grécia e Austrália entre os favoritos. O evento ocorre na capital austríaca, onde muitas músicas adotaram influências operísticas para o show ser grandioso.

Na categoria de histórias potentes, Akylas, da Grécia, representa o país com Ferto, uma faixa de dança que mistura synths, sons de videogame e lyra tradicional. A letra aborda sacrifícios dos pais durante a crise econômica que afetou a Grécia.

Já na Itália do coração da final, a Moldávia tem Satoshi, com Viva, Moldova!, uma faixa patriótica que celebra a independência do país e utiliza uma coreografia de salto de corda para energizar a apresentação.

Austrália entra como favorita?

Austrália participa desde 2015 como homenagem de aniversário do concurso e aposta em Delta Goodrem, com Eclipse. A balada potente já elevou as odds após a semifinal desta quinta-feira, posicionando-a entre as favoritas para o título.

Delta Goodrem apresenta piano barroco e uma mudança de tonalidade no refrão. O público acompanha uma performance polida, com alta exigência vocal nos trechos finais.

O que a Finlândia traz ao palco

A Finlândia entra como favorita com Liekinheiten, um dueto entre Pete Parkkonen e a violinista Linda Lampenius. O ato provoca curiosidade por incluir uma violinista com uma peça de valor estimado em meio milhão de libras.

A tensão nos ensaios fica por conta da passagem da violinista pela catraca do palco em salto alto carregando um violino de 1781. A equipe admite nervosismo antes da apresentação final.

Moldova e a agenda de shows

Satoshi, da Moldávia, mantém a coreografia de Viva, Moldova! com energia, incluindo preparação de 30 segundos antes de subir ao palco. O cantor também é boxeador amador e usa rope jumping para manter o ritmo.

A canção celebra o 35º aniversário de independência do país, citando figuras culturais locais. O objetivo é destacar o orgulho nacional em meio ao contexto eurovisivo.

Israel e as protestos em Viena

Israel encara protestos durante as semifinais, com Noam Bettan cantando Michelle, uma balada de amor. Em Viena, houve setores do público que vaiaram, e alguns participantes foram retirados da arena.

Bettan disse que ficou surpreso com as reações e afirmou ter praticado situações de vaias durante os ensaios, algo que já ocorreu em edições anteriores do concurso.

A Sweden e o desafio de Felicia

A cantora sueca Felicia, conhecida por usar máscara facial no palco, enfrentou um incidente na semina final, com o acessório caindo. Ela foi submetida a repouso vocal por 24 horas, mas manteve a preparação para a apresentação de Friday.

A faixa My System aborda temas de relacionamento e pressões da indústria musical, com potencial para reacender a performance caso a voz responda ao vivo.

Olho na Grã-Bretanha

O Reino Unido apostou em Look Mum No Computer, com Eins, Zwei, Drei, criado pelo artista e inventor Sam Battle. A proposta, marcada por sintetizadores e uma estética incomum, visa se destacar em meio a baladas e faixas dançantes.

A equipe britânica aposta em originalidade para conquistar votos, apesar da tradição de grandes nomes disputando o título. A apresentação tem sido descrita como polarizante, com chances de virar ponto positivo ou negativo.

Rock, pop, e momentos de tensão

Entre apresentações de rock, pop e elementos cênicos arrojados, a edição traz ainda a participação de artistas com estilos variáveis. Dentre os destaques, há performances que mesclam rock, música eletrônica e influências regionais.

A lista de canções inclui artistas da França, Ucrânia e Sérvia, com recursos vocais e cenográficos variados. A organização ressalta que a final terá 25 concorrentes, entre europeus e a participação da Austrália.

Cobertura e datas

A final acontece no sábado, com transmissão prevista pela BBC e rádios associadas. A emissora detalha que a transmissão começa às 20h BST, com cobertura ao vivo e páginas especiais durante o evento.

A competição segue acompanhada de guia de músicas, notas de imprensa e análises de especialistas para leitores interessados em entender as propostas de cada país.

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