- Jaime Silva Júnior, conhecido como Baré, criou o grupo de samba Chega Pra Sambar em 1992, em Ribeirão Preto, hoje com doze integrantes.
- O grupo envolve membros da família: três dos cinco filhos de Baré são músicos, com Igor (31) e Fábio (24) como músicos e Murilo (27) como técnico de som.
- Baré lutava contra problemas de saúde desde há sete anos, incluindo doença renal e hemodiálise; recentemente passou por procedimento cardíaco e buscava entrar na fila de transplante renal.
- Baré morreu na sexta-feira, dia 8, ao chegar em casa após uma sessão de hemodiálise; o corpo foi velado no sábado no Cemitério da Saudade.
- Nesta sexta-feira, dia 15, o Chega Pra Sambar faz uma roda de samba gratuita no Armazém Baixada para homenagear Baré, com a família afirmando que o legado deve continuar.
O samba era a essência de Jaime Silva Júnior, o Baré. Em 1992, ele criou o grupo Chega Pra Sambar, hoje com 12 pessoas. Ribeirão Preto, a 313 km de São Paulo, abriga a banda que bebeu em ícones como Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Reinaldo e o Fundo de Quintal.
Baré formou uma referência local na noite ribeirão-pretana. Músicos da cidade o viam como mestre da escola de samba da região, com a família também envolvida no grupo. Adriana dos Santos, 57, esposa dele há 32 anos, relata o respeito que ele ganhou.
Entre os envolvidos, três dos cinco filhos do casal atuam com o grupo: Igor, 31, Fábio, 24, como músico, e Murilo, 27, como técnico de som. Baré enfrentou problemas renais há sete anos, fez hemodiálise e passou por cirurgia cardíaca recentemente.
Na última sexta, Baré morreu ao chegar em casa após nova sessão de diálise numa clínica de Ribeirão Preto. O velório ocorreu no sábado e o enterro foi no Cemitério da Saudade. Deixou viúva, filhos, netos e a banda em continuidade.
Homenagem e legado
Nesta sexta, o Chega Pra Sambar fará uma roda de samba de homenagem ao cantor, com entrada gratuita no Armazém Baixada, espaço que Baré sempre frequentou. A viúva afirma que o legado será mantido pela banda e pela família.
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